Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Rítmicos desenhos

ah

por Alexandra Deitos agosto 5, 2010
no longe desconhecido manhã nasce limpa visível invisível e risível duas rosas distintas e o marrom de todos os tons um letreiro que não diz um engano que seduz nas esquinas próximas tarde finda escura incompreensível compreensível no meio fio corre o rio alardeando faltas e quando cruza a avenida muito tudo muda muito
 ah
crer
esperar
sonhar
desejar
obcecar
querer
igual criança mimada sentada na escada mordendo a blusa desolada chorar e sorrir
estremecer 
ah
querer
ah
 deixe-me
fazer o mar
num copo 
com água e sal
algas desenhadas no vidro
dois peixinhos 
um canudo
e no mar
cantar-te
ou
ah
o mar então se faz de lágrimas
agosto 5, 2010 2 comentários 115 Visualizações
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Proseios

Realismos imaginários

por Alexandra Deitos agosto 3, 2010

E – Nessa vida tudo se resume em falta de coragem!
A – Falta de coragem é a mesma coisa que medo?
E – É.
A – Tem certeza?
E – Não.
A – Tá…
E – Nossa… que saco!
A – É. Saco…ocaS. As coisas são ocas como um saco.
E – Saco de saco, e nada a ver com escrotos ou testículos…
A – É…saco de saco. Igual o do tio do saco que leva criançinhas.
E – É.
(silêncio)
A – Só tenho mais dois bombons e uma tarde inteira.
(silêncio)
A – “Talvez o difícil não seja fugir da morte, qualquer um sabe correr dela. Bem mais difícil é fugir da maldade, que corre mais veloz que a morte.”
E – Toda criança foge do tio do saco, eu acho.
A – Mas o saco não tem nada a ver com essa citação…
E – Tem certeza?
A – Não.
(silêncio)
A – Que saco!
(silêncio)

agosto 3, 2010 1 comentário 108 Visualizações
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De açúcar e de álcool

Dessentir

por Alexandra Deitos agosto 2, 2010
A temperatura foi caindo e o frio chegou naquela tarde de domingo, não foi surpresa, afinal estamos no inverno, havia uma blusa minha lá, suficiente para não ficar o desconforto do frio externo no corpo que tremia por dentro. Havia o tempo e eu não o possuía, porque eu nem sabia como colocar toda a vida que eu desejava naquele curto momento do fim, eu apenas tentei sorrir evitando o choro inevitável. Queria que não ficassem lágrimas no estar com ela, queria apenas a doce alegria de contemplá-la – só por hoje – mas os olhos não colaboravam, a vida não colaborou. Quem foi que disse que querer é poder? Tentei o silêncio, não havia mesmo muito para dizer, tudo soaria apelativo e desnecessário, assim falei pouco, encostada na pela mais doce, contentando-me em escutar as batidas do coração mais belo.
Eu choro picado porque talvez a minha ilusão seja sofrer menos assim – uma dor picada, dosada para não desfigurar. A imagem não ficou boa nas palavras e é bem provável que na realidade também não fique e nem funcione. O que se sofre por dentro é sempre inenarrável e muito maior do que se externa.
E desapaixonar sem afastar… Como será isso possível? Desfazer um sentimento é coisa tão estranha que me parece que não existe. No máximo você transforma um sentir em outro sentir… não é? Alguém me explica alguma coisa? Eu quero um colo e um mimo, porque eu desconfio que a minha paixão já não é, e quando se perde o controle, as razões e os nomes dos sentimentos, pouco sobra de dignidade. Saber sem saber o quanto profundo é o que se sente é a maior perdição.
Há tanta coisa dentro de mim querendo um espaço para sair. Há tanta ressaca em meus olhos vermelhos, verde-águas de pálpebras inchadas. Há tanta paralisia diante da vida que se impõe, do outro que eu respeito, do eu que se apaixona só, do que se quer e não se pode. Há tanta coisa… Tanta coisa que é inevitável… Eu vou continuar olhando-a com olhos bobos, desejando seu mínimo olhar, sua máxima alegria, contemplarei tudo aquilo que é a maior beleza da minha doce ilusão apaixonada… pateticamente idiota no meu amor de menina. Assim como sabemos que ninguém manda no coração, o dessentir não existe como prometi – eu não devia ter prometido. Como ela não conseguiu se apaixonar… como eu não conseguirei me desapaixonar… como só a vida se encarrega de tudo, inevitável também é sentir a dor de ser nada. Inevitável é a dor.
agosto 2, 2010 2 comentários 106 Visualizações
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Crônicas-quase

Breviários de vida e morte

por Alexandra Deitos julho 30, 2010
Em menos de um mês recebo a segunda ligação noticiando falecimento.
A vida é frágil, seja nos seus 90 ou 30 anos – um arranhão em bexigas de aniversário. A falta de vida pode ocorrer muito antes da real falta de batimentos cardíacos, assim como também depois de um coração parado ainda pode pulsar muita vida.
Recebo as notícias sem saber o que fazer com elas. Sem saber onde acomodar, sem saber o que sentir. Por vezes sinto antes o acontecer sem saber, em outras sinto e nem demonstro e na maioria nem sei o que sinto. Talvez eu me conheça muito pouco mesmo.
Eu sou estranha!
Eu tenho medo de usar a expressão eu sou assim. Eu acho que nós como pessoas somos (ou deveríamos ser) tão mutáveis quanto o mundo. Ou talvez seja puro medo de confirmar ali na afirmação a própria negação: sou desconhecida de mim mesma. Que dirá então o quanto sou desconhecida de meus próximos…
Diz a máxima quem parte é logo esquecido, mas há tanta gente que não parte e também é logo esquecido, assim o contrário torna-se sempre verdadeiro também – de tudo. Não existem verdades absolutas. A vida dança na corda bamba, sem sombrinha, olhando para trás e rindo da platéia estarrecida.
Hoje eu abreviaria a vida sem motivo algum, o motivo é sempre uma desculpa qualquer mesmo. Hoje eu continuaria a viver sem motivo algum, o motivo é sempre uma desculpa qualquer mesmo. Falar isso com certeza acarreta infindas lições de moral e blá blá blás, porque ninguém consegue entender que não desmereço nada… a vida não necessita de floreios para existir ou deixar de existir. A vida pela vida e a morte pela morte, transpostas além das fugas, das culpas e das politicagens.
julho 30, 2010 1 comentário 97 Visualizações
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De açúcar e de álcool

FORÇA

por Alexandra Deitos julho 30, 2010
Se eu cravasse um faca no peito agora com minha própria mão e força quem um dia poderia ter previsto o agora? Ninguém? Alguém?
A força que hoje me é dada pode me destruir amanhã. Esse pode é só uma das infinitas possibilidades da vida. Possibilidade não é previsão. A mão que não perdemos hoje amanhã poderá machucar, mas também poderá acariciar.

Um tronco de árvore chora.
O céu chora.
Um animal chora.
Até a pedra chora.

Poucos reparam.

A vida passa muito certeira pela gente e quase nem notamos. Há tanto lixo nos corações que quase ignoramos a dor e ainda achamos que o fedor é dela.
Compulsivos nos esquecemos da diferença entre saciedade e estufamento.
A minha compulsão é me esconder… com um véu de palavras me esconder dos gritos, com o eco da escrita me esconder da força da dor, com a poesia me esconder das belezas.

Muitos se abarrotam.

A criança que chora, apanha.
O adulto sofre porque não pode sofrer.

julho 30, 2010 0 comentários 96 Visualizações
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Proseios

Parece mas não é

por Alexandra Deitos julho 29, 2010

A – Me vê meio copo de leite.
Garçom – Meio cheio ou meio vazio?
A – ?
Garçom – É, eu posso encher o copo metade para menos e metade para mais, depende do que for melhor para você…
A – ?
Garçom – Dona, se você não especificar eu não posso saber como servir.
A – Tem como por metade metade, nem para mais nem para menos?
Garçom – Posso tentar. (sorriso amarelo)
A – Obrigada! (sorriso amarelo)
A – Psss, moço… se for meio para mais ou meio para menos eu nem vou perceber, eu só quero beber leite que não seja muito, mas também não seja pouco, entende?
Garçom – Farei o possível.

julho 29, 2010 2 comentários 111 Visualizações
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Proseios

Realismos

por Alexandra Deitos julho 29, 2010

A – O Tietê fede, né?
B – ?
A – É que eu tinha esquecido. Bem que dizem que o que os olhos não vêem o coração não sente.
B – Desce do maravilhoso mundo encantado…

A – Se eu pudesse faria tanta coisa…
C – Mas você já faz tanta coisa…
A – Faço?
C – Faz!
A – Então, se eu pudesse faria ainda mais coisas!
C – É para compensar as pessoas que não fazem nada?
A – Não, é porque eu sou mesmo a típica humana insatisfeita.

julho 29, 2010 0 comentários 79 Visualizações
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Proseios

Imaginários

por Alexandra Deitos julho 28, 2010

A – Alô?
B –
A – Alô?
B –
A – (larga o fone no gancho)

C – Ligação muda novamente?
A – Sim.
C – Pede uma manutenção nas linhas e no aparelho para solucionar o defeito.
A – Não.
C – Não? Não o quê?
A – Não quero a solução técnica… deixa eu fantasiar histórias com um admirador secreto.
C – Ai. Só você!
A – É gostoso receber ligações ao longo do dia e imaginar que é alguém que desvenda meu humor do momento pela voz, que sorri ao me roubar por segundos ao telefone…
C – Eu chamaria isso de carência ou distúrbio!
A – Você não entende minhas intensidades.
C – Eu entendo é suas necessidades.
A – Se entende, por que não colabora?
C – Porque me falta coragem de ser esse admirador.

julho 28, 2010 3 comentários 118 Visualizações
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Poemas-quase

27.07.2010

por Alexandra Deitos julho 27, 2010

Morrer para si.
De fora para dentro.
De dentro para fora.
Renascer em si.

Modificar-se.
E ainda assim ser essência.
E ainda assim modificar-se.

Se.
Em si.

Incansavelmente tudo ser.
Humano, Deus,
Mente, Coração.

Viver o que se é.
Tanto fora quanto dentro.
Tanto dentro quanto fora.
Renascer o que se é.

 E como disse o tal do Neruda:
Quanto vive o homem, por fim?
Vive mil anos ou um só?
Vive uma semana ou vários séculos?
Por quanto tempo morre o homem?
Que quer dizer para sempre?
julho 27, 2010 0 comentários 74 Visualizações
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Crônicas-quase

5 minutos para alguma hora

por Alexandra Deitos julho 26, 2010
Existem finais que não parecem finais e existem começos que não parecem começos. Existem histórias inteiras que não parecem histórias inteiras, existem meias histórias que também não parecem meias histórias. O nosso olho humano dilata e contraí com as intensidades de luz e na verdade é cego na maior parte.
Recolocar as pulseiras, os brincos, despender artimanhas para um crescimento rápido de cabelo… e aperceber-se em meio a isso vazia. Vejo cada colega no palco e cada rosto conhecido da platéia com meu sentimento inegável de apego, fugir disso seria existir num campo alheio ao viver – o desapego começa a parecer-me uma máscara para o desamor. Eu procurei negar a existência de vida ali, de amores vinculados às partilhas pequenas de carinhos e ódios de cada dia. Onde estive eu com a cabeça quanto tentei tamanha afronta com a vida?
“Pegue sol” alguém me disse, e passou-me que “eu não posso pegar o sol” logo em seguida “tudo é tão relativo, posso sim”. A realidade é isso: podemos tudo. Não se perder no poder de tudo que se pode é a grande ponderação necessária… o medo ajuda e atrapalha. Ponderação. – eu lido mal com ela.
Mas estava ali: o fim, o começo, o inegável apego. Milhões de histórias partilhadas, milhões de coisas inominadas, sentimentos em ponteiro de bússola desorientada. Eu engolia a vontade de ser segura de mim porque eu de fato não sou. Engolia o ego de ter certezas porque eu de fato não sei. Engolia o desespero de criança abandonada porque eu de fato sou criança que fugi de casa. E comecei a mastigar alguma coisa… remota, presente, futura.
Com meus cinco anos de idade o primeiro livro que li sozinha foi “O patinho feio”, eu chorei no fim enquanto minha mãe acudiu com um “boba, é só uma historinha… ele nem morre no final”. Na época só conseguia dizer “é muito triste ele morrer”, agora dei-me conta da grande tragédia: o pato que teve que se transformar em cisne – aquele que perde sua essência morre lenta e dolorosamente.
Eu não consigo estabelecer uma linha de raciocínio para falar destes quatro anos.
E pouco importa.
Toda essa (aquela) minha paciência é (era) uma profunda indisposição pra brigas, descobri isso não sei quando. Descobri tantas coisas, é até bobagem tentar falar das descobertas – eu não sei lidar com a maioria delas ainda. Eu sou muito nova. Eu sou isso. Eu sou aquilo. Eu não sou. Eu. Sou. Sou. Eu. Eu não sei. Eu quero saber. Eu sei. Eu não quero saber.
Respira. Sorri. Chora. Nisto podemos resumir uma vida… e será que os resumos são sempre entendíveis? E será que é preciso? Resumir? Entender? Viver? Perguntar?
Há milhões de frases, agora, como chamadas de comerciais perambulando pela minha mente. Resumos. Trailers. A vida que se fez nesse ciclo. As pessoas que contribuíram com esses textos de chamadas… ou ainda, sem palavras há os gestos – dizem que vale mais.
Eu aqui. Eu ali. Eu espalhada. Pessoas aqui. Pessoas ali. Pessoas espalhadas. Tudo junto num grande ponto que não sabe. Me dou a mão. Eu quero me saber mais próxima de mim, estar nua e consciente de mim mesma. Se eu conseguir digerir as descobertas, talvez, eu já me de por satisfeita – ou não, somos humanos eternos insatisfeitos. Mas segurar na própria mão pode ser bem reconfortante, olha para dentro sem o próprio engano de si pode ser uma boa pedida. Mastigar e salivar em maiores quantidades aguçando o paladar e digerindo com calma pode ser uma atitude. E se eu não conseguir nada disso, ainda assim estar presente no que eu sou mesmo sem saber. Porque eu sou tudo aquilo que eu não sei, e quero continuar a ser tudo aquilo que eu não saberei.
julho 26, 2010 1 comentário 99 Visualizações
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Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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