Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Crônicas-quase

Relato à meia tarde

por Alexandra Deitos junho 24, 2014
Encontro-me com um problema. O muro aqui de casa caiu. Era novo, construído no inverno passado, com um pouco de concreto virado com os próprios braços, alguns tijolos vermelhos e uma ou outra dica ouvida por aí. Até ontem, anteontem, ou não sei bem quando, porque essas coisas são difíceis de precisar, parecia bem erguido, útil, e até certo ponto assegurador do descampado. Mas ao que tudo indica, não fiz um bom trabalho. Ruiu o muro nas primeiras chuvas. Sem chance ou tempo de conter as rachaduras. À meia tarde o sol já se banhava em lufadas do ar que transpunha os escombros. O problema? É que já derrubei bem mais muros do que construí, e pela primeira vez não decifro o outro do outro lado, e nem sei o que fazer com os escombros.

as imagens presentes em ENSAIO AO ENGENHO, entre 2007 e 2014, são em partes de minha autoria e outras retiradas do google imagens durante o período citado. portanto, pode ocorrer que alguma imagem não esteja devidamente creditada. Assim, se você viu alguma imagem de sua autoria, ou sabe de quem seja, por favor, deixe um comentário ou entre em contato para que eu possa dar os devidos créditos ou então substituir a imagem, se assim for necessário.
junho 24, 2014 0 comentários 125 Visualizações
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Poemas-quase

Nevralgia

por Alexandra Deitos junho 20, 2014

Nas turvas horas da noite passam-se dias
Num deslocamento rumo ao finito
Nos contornos de além-coxa
Nos complexos libertinos

Nas alucinadas horas das manhãs findam-se noites
Num deslocamento indesejado para a paz
No sexo da cabeça
No gênero do sexo

Nas amargas horas tardias acorrentam-se vidas
Num deslocamento sem disparo
Na não-conquista de Nosferatu
Na insaciável necessidade

junho 20, 2014 0 comentários 120 Visualizações
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De açúcar e de álcool

Ser filho de uma mãe (com e sem trocadilho)

por Alexandra Deitos junho 17, 2014

Como pode uma mãe ser abortada? Como é possível?
Quantas crianças conseguem escolher não serem filhos?
Na prática quantos filhos adotam pais, ou trocam, ou vendem?
Há papéis e papéis, e o papel sempre aceita tudo, mas…
Como é possível um órfão de mãe ainda ter sua mãe?
Como pode? Quantos filhos acabam não sendo crianças?
Na realidade quantos pais nunca amadurecem, nem crescem?
Há palavras e palavras de amor, mas palavras são apenas palavras…

junho 17, 2014 0 comentários 120 Visualizações
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Rítmicos desenhos

Desatino

por Alexandra Deitos junho 5, 2014

Eu amo fácil, facilmente adaptável, de fácil entendimento.
E na contramão a facilidade em nada parece facilitar,
cada passeio no parque é um carro atravessando o guard rail.
Em demasia amo, cedendo sem mais, em excessivo complemento.
E no fluxo daquilo que é demais acabo sendo o excesso,
cada suspiro de amor é um respiro daquele que se distancia.

junho 5, 2014 0 comentários 102 Visualizações
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De açúcar e de álcool

Da triste escolha de não sentir

por Alexandra Deitos maio 28, 2014
O elogio feito de palavras é geralmente um grande traiçoeiro, tanto quanto uma boa intenção é ainda mais perigosa que a pior das más intenções. Quando se perambula por palavras e ações, mentes e corações, é inevitável perder-se no obscuro abismo que nega a verdade e reafirma a mentira, sempre na maior das ingenuidades. Ainda assim, seguimos com passos incautos, porque há defesas que não queremos tomar e purezas que não podemos macular. Sabemos e preferimos não saber, ou não sabemos e preferimos saber, tanto faz, desde que possamos sobreviver ao bombardeio travado entre um eu e um outro, ambos solidários-egoístas, ambos solitários-companheiros. É o ápice da cumplicidade de guerra e sobrevivência que amortiza as feridas numa cruel matemática, onde quanto menos se sente mais se agradece e menos se deseja sentir.
maio 28, 2014 0 comentários 119 Visualizações
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Inclassificavéis

A possibilidade de haver

por Alexandra Deitos março 5, 2014
– Não tenho para onde ir, mas estou certa de que não quero ficar.
– Não tenho onde ficar, mas estou certa de que não quero ir. 
Há diferença insignificante no que é dito acima. Há quase nula perspectiva em ambos os casos e, no entanto, mais possibilidades do que se nada fosse querido. Há na matéria que nos sustenta muito pouco de glamour, mas da certeza de que somos movidos a desejos e incertezas pode-se extrair bem mais que decomposições. Há sempre encontros e fugas, seja na ordem que bem entender e bem pode-se tentar todas elas, inclusive. Haverá sempre que haver, e que não haver. Há no descontentamento um quê de tristeza, mas muito mais de felicidade.
março 5, 2014 0 comentários 96 Visualizações
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Anomalias

Sensatezes Estapafúrdias

por Alexandra Deitos fevereiro 13, 2014

Empreguiça-me cada vez mais a palavra.
Linguareco estafante poluidor de ouvidos.
E dito isso.
E implorado o silêncio deusnístico.
É também fundamental que eu cale a mim.

fevereiro 13, 2014 0 comentários 98 Visualizações
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Inclassificavéis

Imanifesto

por Alexandra Deitos janeiro 22, 2014
Grite. Cale. Ouça. Ouça. Cale. Grite.
Com tempo sem paciência insisto desistir calando gritando ignorando e ouvindo fujo pela rua que diz ser sem saída mas que não tem fim.
Não compreendo. Não aprendo. Não entendo. Não desisto.
Ninguém vê a saída porque não podem ser sinalizadas em ignoráveis desejos de serem impossíveis de perceber quaisquer tentativas frustradas em mostrar saídas.
Cale. Ouça. Grite. Grite. Ouça. Cale.
Consentir em desistência tentativa não resultante não suportam nenhum silêncio cretinamente gritado na incompreensão do que não se aprende.
Mais inquieta. Mais abalada. Mais quieta. Mais ultrapassada.
Seguindo a etiqueta com força impositiva insignificante familiarmente exposta em estranhos rostos íntimos infindas materialidades maternas e paternas.
Ouça. Grite. Grite. Ouça. Cale. Cale. Ouça. Ouça. Cale. Ouça. Grite. Grite. Ouça. Cale. Cale. Ouça. Ouça. Cale…
janeiro 22, 2014 0 comentários 100 Visualizações
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De açúcar e de álcoolPoemas-quase

À espera do tempo de compreender

por Alexandra Deitos janeiro 18, 2014
Eu agarrei o primeiro vaga-lume
e fiz-me órfã.
Sem algo realmente ruim como impulso,
sem conhecimento sobre angústia natural.
Despertei com o fim da tarde
e uma luminescência solitária inocente.
O que era liberdade podia ser também prisão,
o que era destino podia ser também escolha.
Avancei sem medo
e foi quando mais medo senti.
Sem saber realmente que é possível voltar,
sem acreditar que é bem possível seguir.
Na noite o vaga-lume me confunde,
ora me cega,
ora me guia.
janeiro 18, 2014 0 comentários 109 Visualizações
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Anomalias

Refugiados

por Alexandra Deitos dezembro 6, 2013

Negamos nossa humanidade, envergonhados.
Escondemos nossas falhas, amedrontados.
Fugimos de nossos medos, receados.
Ignoramos nossos semelhantes, imputados.
E assim perdemos toda nossa beleza, em meados, em miúdos.

dezembro 6, 2013 0 comentários 94 Visualizações
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Oi, sou Alexandra!

Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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