Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Inclassificavéis

Não diz

por Alexandra Deitos dezembro 17, 2012
um letreiro que não diz 
um engano que seduz 
no meio fio corre o rio 
o olhar cruza a avenida
dezembro 17, 2012 0 comentários 92 Visualizações
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Inclassificavéis

Do fatal, feito coisa de maçã

por Alexandra Deitos dezembro 10, 2012
Há coisas que só a ignorância pode proporcionar. 
Uma vez perdida a tal dita e as tais coisas tornam-se inatingíveis. 
Contorça-se. Retorça-se. 
Esperneie feito criança mimada. 
Você descobrirá a focinheira e que você não deve achar isso legal. 
Fugirá. Nunca mais encontrara o caminho de volta. 
Cada dia mais calejado de que não deve achar isso legal. 
Continuará de focinheira. 
Um dia conseguirá invejar a ignorância, como todo pobre inveja algum rico.
dezembro 10, 2012 0 comentários 95 Visualizações
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Poemas-quase

Em verdades de cá e lá

por Alexandra Deitos novembro 4, 2012

Das saias rasteiras
às pernas de fora
Rameiras sem beira
por dentro e por fora
São belas, como não há
Em verdades de lá
Em verdades de cá
São belas, como não há
No tapa da beira
da bebedeira na sarjeta
No barraco da feira
depois da noite na saleta
Em verdades de lá
São belas, como não há
São belas, como não há
Em verdades de cá
Do decote virtuoso
às golas altas insinuantes
Um cumprimento decoroso
de um não ululante
Das que são belas
em verdades de cá
Como não há
Em verdades de lá

novembro 4, 2012 0 comentários 87 Visualizações
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Poemas-quase

parte

por Alexandra Deitos outubro 16, 2012

sou parte alemã
parte italiana
parte brasileira

sou parte gaúcha
e parte paulista

sou parte feminina
e parte masculina

sou parte criança
parte adolescente
parte adulta

sou inúmeras partes
e partes sem números

ser toda em partes
e todas as partes possíveis

se possível dividir
tudo partes por partes
em partes

até toda parte
ser uma única
parte inteira

outubro 16, 2012 0 comentários 90 Visualizações
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Poemas-quase

Tempo seco

por Alexandra Deitos setembro 5, 2012
São dias de poucos amigos
de poucas horas dormidas
de minutos poucos sorridos.
São tempos de provar
a exatidão dos meses.
São tempos que provam 
a humanidade dos ausentes.
São dias de abreviar poemas
de regar os minutos
e de secar as horas.

                                                                                               agosto/setembro de 2012

setembro 5, 2012 1 comentário 144 Visualizações
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Crônicas-quase

Ensaio I

por Alexandra Deitos agosto 23, 2012
                    Para quem mora nos extremos, nas ditas periferias, conhecer e perambular pela cidade é quase uma obrigação, somos movidos pela necessidade. Em geral trabalha-se num lugar, estuda-se em outro e nos momentos de lazer ainda, muitas vezes, outros tantos lugares visitamos. A falta de infraestrutura nos faz caminhar, a inquietude não nos deixa parar.
                   Engraçado como algumas esquinas, por mais distantes que estejam, não se diferenciam, algumas avenidas, por mais longas que sejam e nunca se encontrem, são tão parecidas. E às vezes em uma única quadra milhões de discrepâncias deparam-se.
                     Há aqueles que andam pelas ruas guiados por seus nomes; veem nas multidões de transeuntes, obstáculos; nas semelhanças das avenidas sua perdição; no andar, seu tempo perdido. Mas também há aqueles que andam pelas ruas e não sabem bem seus nomes; veem pessoas pelas calçadas das quais sabem muito mais, conhecem por olhares; e no andar se aprofundam na expansão de um caminhar mais amplo.
                     Talvez andar pelos lugares não seja tão apreciado por muitos, assim como também não só o fato de morar em extremos faça do andar esse algo amplo, mas seria uma boa coisa para se tentar. Sentir falta dos lugares que ainda não se conhece como se eles fossem parte de algo que ainda não é seu, mas que é uma terra prometida.
agosto 23, 2012 0 comentários 103 Visualizações
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De açúcar e de álcool

aqui e adiante

por Alexandra Deitos agosto 14, 2012
às vezes:
o peito não dispara
o sorriso não vem
e o verbo se perde
às vezes:
o choro é só meu
a vida é só
a palavra não tem
às vezes:
é sempre
sempre:
se perde
tons das vozes
agosto 14, 2012 2 comentários 362 Visualizações
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Anomalias

A MULHER

por Alexandra Deitos agosto 8, 2012
a mulher,
vestida de homem,
diz:
ainda sou mulher!
a mulher vestida de homem diz:
ainda sou mulher!
a mulher
vestida de homem
diz:
ainda
sou
mulher!
agosto 8, 2012 1 comentário 99 Visualizações
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Poemas-quase

nossos

por Alexandra Deitos agosto 8, 2012
nos braços:
abraços
nos abraços:
nossos braços
nos amassos:
nossos passos
nos passos:
nossos
agosto 8, 2012 0 comentários 87 Visualizações
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Inclassificavéis

AMOR

por Alexandra Deitos agosto 2, 2012

        Amo                     -te
        Amo-te         de volta
        Amo-te       sem volta

agosto 2, 2012 1 comentário 208 Visualizações
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Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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