Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

De açúcar e de álcool

Nem antes, nem durante, nem depois: a beleza do depois do depois

por Alexandra Deitos julho 25, 2012
… da fraqueza que se sente
até a incontrolável vontade de rir…
… da impossibilidade de um toque
até a redenção do abraço…
… do ar que se perde
até a retomada precisa de vida…
… do beiral de um abismo
até a segurança da queda…
… da explosão de um silêncio
até a primeira fala do novo mundo…
julho 25, 2012 1 comentário 116 Visualizações
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Anomalias

A vida e seu balanço

por Alexandra Deitos julho 4, 2012
…
Muitos não me amaram
Outros tantos rastejaram por mim
Trabalhei muito por pouco
Também pouco por muito
Fui muitas vezes invejada
E muitas outas vezes já invejei
Muito já dancei no ritmo da música
E fora do ritmo também
Já fiz muitas escolhas
E muitas vezes não tive escolhas
…
julho 4, 2012 1 comentário 99 Visualizações
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Poemas-quase

Desafino

por Alexandra Deitos junho 28, 2012

Quem me diz o que fazer? Ninguém!
Durante muito tempo isso foi tudo que eu quis.
E pra que serve essa liberdade?
Quem me diz o que fazer? Todos!
Da boca pra fora também não serve.
E pra que serve dizer que não serve?
junho 28, 2012 1 comentário 107 Visualizações
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Poemas-quase

Pães

por Alexandra Deitos maio 22, 2012
Uma vida de privações e
Qualquer pão parecerá bom para o alimento
Todos com seu trigo,
Sua casca dura, seus furos e seu gosto morno
Migalhas cristalizadas em saliva e
Amolecidas no orvalho do anoitecer de pálpebras
De perto alimentam
De longe atraem ratos e outros animais
maio 22, 2012 1 comentário 104 Visualizações
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Híbridos

Animais que somos…

por Alexandra Deitos maio 7, 2012

Domesticados na pior ênfase da palavra e selvagens na pior existência de vida.
Se é possível que assim é que se é de fato, por favor, deixe-me abandonada.
As estatuetas de leões e tigres já não brilham mais.
As cantigas já foram poluídas com murmúrios de almas vazias.
As sombras já provaram vinhos mais verdadeiros.
Prefiro a peregrinação desavisada de um erro certeiro e a injustiça mais afiada.
A lonjura do eco que traz paz a quem olha para frente e tem ouvidos atentos.
maio 7, 2012 0 comentários 89 Visualizações
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Anomalias

Quem duvida da dúvida?

por Alexandra Deitos março 19, 2012

As dúvidas são eternas? Mas elas não deveriam girar junto com a rotação da Terra? Ou será que a Terra se resume em um trem, por exemplo, o metrô em São Paulo, e as dúvidas vivificam-se em preenchimentos de massa podre… A dúvida uma estagnação? Um planeta de dúvida? Eternamente dúvidas, dúvida, duvida…. resta ainda um futuro esperançoso na putrefação?
março 19, 2012 2 comentários 117 Visualizações
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Anomalias

SABERES

por Alexandra Deitos março 5, 2012
O saber não deixa de ser ignorância.
A ignorância não deixa de ser comodismo.
E sim, é comodismo o saber.
março 5, 2012 0 comentários 93 Visualizações
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Anomalias

VIVER E MORRER

por Alexandra Deitos fevereiro 28, 2012
Algumas inquietações me fazem viver, aos que morrem fica o dito merecido.
Das falsas academias formam-se falsos alguma coisa – aberrações para mim, ganhadores do louro nas esquinas.
Das ovelhas em lã pura, transmutações genéticas bem conhecidas – gritantes para mim, preciosidades de amores nas esquinas.
Das autoestradas rumo ao horizonte, precipícios sem pontes, sem choros, nem velas – curvas para mim, curvas nas esquinas.
Algumas inquietações me fazem morrer, aos que vivem fica o dito merecido.
fevereiro 28, 2012 2 comentários 114 Visualizações
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Inclassificavéis

DORES

por Alexandra Deitos janeiro 6, 2012
Eu quero férias das minhas férias. E se é que alguém me entende, conversar seria bom. 
O amanhã me assusta desde que virou o hoje. A noite é escura demais desde que não se sabe mais dos dias.
janeiro 6, 2012 0 comentários 92 Visualizações
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De açúcar e de álcool

… do interminável (meu respiro)

por Alexandra Deitos janeiro 3, 2012
De uma incerteza só fazem-se mil certezas. A vida é oca e transbordante, não adianta perguntar o porquê.  Mudam os nomes, as estações, as explicações, mas lá, depois de uma ponte, atrás de um morro ou no meio de uma cidade, as figuras se repetem, os ritos se completam e os mitos se atropelam.  Voltamos ao início e chegamos ao fim, sempre podendo não ser bem assim, sempre precisando ser bem assim… como bem entendermos.
janeiro 3, 2012 0 comentários 84 Visualizações
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Oi, sou Alexandra!

Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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