Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Contos-quaseInclassificavéis

Desafio

por Alexandra Deitos junho 8, 2010
Seu corpo adquiriu instantaneamente a magnânima característica camaleoa. Por alguns minutos teve a certeza que ser confundida com o poste do ponto de ônibus era o melhor que podia fazer. A imensidão da noite e a garoa fina contribuíram em muito para tal façanha, mas no instante da transmutação ninguém poderia duvidar do poder de querer.
Os dois elementos, por estarem bêbados demais ou pela eficiência no disfarce de poste, passaram sem contato algum, não se saberia jamais – alguns poderiam afirmar algo como Deus, e ainda minutos antes ela lia algo como A igreja do Diabo, mas não seria justo passar pela cabeça de ninguém algo como descrença – na calmaria ou na agitação era tudo muito simples, tudo uma coisa só, ela acreditava em algo e era reconfortante e perfeito.
Conforme seu ritmo se igualava ao da garoa ela lentamente abandonava a rigidez do objeto, voltando tranqüila para as formas de seu humano corpo. Observou a imensidão ao seu redor, observou a imensidão dentro de si: mergulhou. Lembrava-se de ainda durante o dia ter sido desafiada: esvazie o copo. Observou, mergulhou, lembrou, perdeu-se. Há muito ela sentia-se perdida, porém não se sentia abandonada nessa confusa vastidão, não agora – antes sim, quando se julgava achada, não agora. Estar perdida poderia ser o contato mais sincero e supremo com a verdade de sua natureza humana.
Seu corpo e seu Deus chegaram em casa, talvez eles nunca houvessem se separado ou como amigos de muito tempo se reencontravam… ainda, sem prepotência, talvez eles fossem de fato uma coisa só.
Dolfão,
É racional demais pensar no copo cheio, vazio, ou meio-cheio, ou meio-vazio, mas também não sei se sentir é o mais simples. Não faltei com o desafio, porque não necessariamente ele precisa ter um desfecho, certo? Foi importante o reconhecimento de algumas necessidades talvez esquecidas com as conturbações dos últimos tempos (de verdade, como sempre, muito significativa nossa conversa). O voltar-se para dentro é uma semente de frutas da estação, como semente precisa de seu tempo certo, de sua Lua… e se você pula uma estação sem semear: ficará sem frutos! se você semear demais: não terá tempo de consumir todos os frutos! e a degustação precisa ser lenta para alimentar satisfatoriamente. Sim, Xandinha estava perdida e continua perdida, e sim, acho que ela continuará sempre assim – perdida… e acho mais, acho que todos estamos perdidos, mesmo quando nos achamos tão certos de onde estamos. (achismos! rss) O importante não é essa historinha toda, o importante é o amor que levamos nas mãos, nas mãos que oferecem rosas. O importante é a certeza que na calada imensidão não somos só mais um, mas sim somos também mais um, que não somos perfeitos, mas que a existência da imperfeição é o que nos torna parte da perfeição, que não somos todo de amor, mas que nos esforçamos por amar de forma total. E aí o beija-flor salva a floresta, a borboleta encontra o jardim, e o copo passa a ser a ligação com a semente. 
Sim, Xandinha não consegue fugir do glamour, e Dolfão, como sempre, vai ler e resumir em três linhas práticas. Eu vou sorrir. Talvez você vá sorrir também. E talvez nada tenha mudado, e talvez tudo mude o tempo todo mesmo… A vida é simples.
junho 8, 2010 0 comentários 92 Visualizações
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Crônicas-quase

Quem quer ser… ?

por Alexandra Deitos junho 4, 2010
Os quereres. Eles sempre estão presentes, constantes, recicláveis, eternos. Não importa muito qual, quando, onde e como, sempre queremos e sempre iremos querer insaciavelmente. Se querer é a mesma coisa que desejo, muito provável que seja, podemos então entrar naquelas conversas de egos, desapegos e iluminação – mas acho que isso tudo no final das contas não é assunto que deveria ter importância. Na real vivência dos fatos, começo a me questionar qual a medida positiva de se questionar. E se a importância está de fato nos questionamentos não devemos jamais confundir isso e achar que a importância está nas respostas. As questões são trajetórias, pontes, ruas, mares, céus. As respostas são paisagens, imagens, sons, odores, gostos. As dúvidas são o que são: sinceras e donas de si mesmas. E a chegada não existe.

Quem quer ser um milionário?
Milionário de quê?
Quem quer ser o quê?
Não sei se o filme pode estar relacionado realmente, nem sei racionalizar o motivo de ter surgido como possível título da postagem… Mas Jamal me parece ter a inocência necessária na hora de jogar com a vida, me parece não ter dúvidas e ao mesmo tempo também não ter certezas, e ainda assim está à mercê de questões. Estar certo ou errado das questões nunca parece preocupá-lo e ter as repostas nunca lhe parece certo ou errado. Ele sabia ou não sabia, simples assim, sincero e dono de si mesmo.
junho 4, 2010 4 comentários 156 Visualizações
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Lirismos

“Barulhos”

por Alexandra Deitos maio 31, 2010
Agora eu nada sei e eternamente é bem provável que eu nada saiba, mas, no fim, não saber não te impede de ter certeza… é o que parece.
Em algum momento eu visualizarei racionalmente a grandiosidade e a importância do momento. No agora fica a nuvem do turvo fundo do mar mexido. E a sensação. O importante foi o sentir. O importante sempre é sentir.
Na descida da escada uma presença me acompanhava, solene, solícita, amável, quando me dei conta já era tarde para sentir medo… me soprou que o mundo era sempre melhor do que se enxergava, que as colinas iam muito além do que se podia ver. Senti-me invisível como se uma proteção angelical fosse me levar até em casa, livre para chorar, para abrir todos os portais de um eu que se desdobrava em ser o que é – uma descoberta.
Como um bem querer, como um mimo… eu seguia só, acompanhada de uma brisa.
Meu rosto no reflexo parecia um retrato conhecido, próximo e ainda assim fora de mim. O que estava fora e o que estava dentro poderia eternamente ser e não ser a mesma coisa, mas sempre seria um desdobramento confiável. A questão não era chegar na resposta. A questão era aceitar a questão como ela era, um perder-se rumo ao encontrar-se.
Por ter aquele carinho, assim… tão sincero e franco, eu dava um passo importante na escuridão de mim, para a alma, muito embora eu perca-me em saber exatamente onde, quando e porquê.
maio 31, 2010 1 comentário 101 Visualizações
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Lirismos

JÁ, MAS NÃO TUDO

por Alexandra Deitos maio 31, 2010

Já perdeu a vida nas pontas dos dedos.
Já apertou a mão de um palhaço.
Já sorriu compulsivamente.
Já fodeu compulsivamente também.
Já chorou por um choro alheio.
Já mendigou atenção.
Já fez muitas coisas que não devia.
Já fez muitas coisas que devia também.

Faltava muita coisas ainda.
Embora não aceitasse.

maio 31, 2010 0 comentários 92 Visualizações
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Contos-quase

…um paradoxo complexo, egocêntrico e niilista

por Alexandra Deitos maio 28, 2010
Você já ficou respirando incompletamente? É, assim meio que guardando ar dentro de você. Você inspira fundo, mas na hora de expirar fica pela metade. É como se quisesse fazer uma reserva de ar dentro de você para o acaso… Já? Aí você se dá conta que está fazendo isso muito inconscientemente, então resolve testar expirar todo o ar… Inspira e expira, e então… eis o alarme: tontura! Você sente uma tontura fenomenal, daquelas quase sentimentais. Tonturas de quando se perde algo, de quando se sente só, de quando se perde o sentido das coisas, de quando se tem o ego ferido. Você tenta não se sentir uma pessoa muito idiota por estar fazendo tal análise, mas não adianta você sente-se e ainda por cima continua analisando, sem embasamentos, sem cientismos e sem propósitos. Você, sentindo-se “a mosca da bosta do cavalo do bandido” resolve então dizer: a vida é um paradoxo complexo, egocêntrico e niilista! Sim, você estava analisando sua respiração e sem explicação plausível você conclui isso, sem pretensão alguma, sem reflexão nenhuma. Em um instante toma como verdadeiro menos de meia dúzia de palavras que surgiram em determinada ordem na sua cabeça e parte para a continuação da vida… essa que você nunca deixou de viver visto que respirar você nunca parou, apenas o fazia incompleto ou completo demais. E então a vida transforma-se nisso…
maio 28, 2010 3 comentários 130 Visualizações
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Poemas-quase

Variáveis imutáveis?

por Alexandra Deitos maio 28, 2010

Conflito no espelho.
A dor é verdadeira.
A imagem pode não ser.
A sensação independe.

Conflito na verdade.
A dor é espelho.
A imagem pode não ser.
A sensação independe.

Conflito na dor.
O espelho é verdadeiro.
A imagem pode não ser.
A sensação independe.

Conflito que pode não ser.
A dor é verdadeira.
A imagem pode ser espelho.
A sensação independe.

Conflito na imagem.
A dor é verdadeira.
O espelho pode não ser.
A sensação independe.

Conflito que independe.
A dor é verdadeira.
A imagem pode não ser.
A sensação do espelho.

Conflito na sensação.
A dor é verdadeira.
A imagem pode não ser.
O espelho independe.

maio 28, 2010 0 comentários 88 Visualizações
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De açúcar e de álcool

Dialoga

por Alexandra Deitos maio 27, 2010
Hoje tomei um sedativo, quase um coquetel para alívios extremos. Não ingeri nada, não injetei nada, não cheirei nada… apenas esfreguei a retina com vidrex, falei sem parar, parei sem falar.

“Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar”

Então eu não tinha como saber onde era a chegada e precisava aceitar isso. Embora a teoria fosse muito boa, eu de fato não conseguia agir de forma condescendente.

“Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir”

As frases se repetiam. As situações se repetiam. E eu ia juntando flashes, links, sintonias que tornavam tudo uma coisa de outro mundo. Quando as coisas se repetem muito na vida, creio eu, é porque algo precisa ser mexido.

“Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão”

Eu havia escutado que era preciso moldar essa água torrencial. Também escutei que o aprendizado estava na dúvida. Escutei que não existe caminho certo. Todo mundo é bom. É dentro de você.

“Eu posso estar completamente enganado
Eu posso estar correndo pro lado errado”

Eu escutava demais. Eu decidia demais. Eu procurava demais. E com todas as certezas que sempre possui, eu não conseguia, assim de uma hora para a outra, acreditar na dúvida…

“Mas “a dúvida é o preço da pureza”
É inútil ter certeza”

maio 27, 2010 2 comentários 125 Visualizações
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Poemas-quase

In-fantil

por Alexandra Deitos maio 27, 2010
Meu sorriso é amarelo.
Meu peito é amarelo.
Minha pele é amarela.
Minha saliva é amarela.
Na testa quadrados branco e preto.
Nas mãos dedos branco e preto.
Nas pernas manchas branco e preto.
No coração riscas branco e preto.
A persona ficou opaca.
A lágrima ficou opaca.
A idéia ficou opaca.
O sangue ficou opaco.
maio 27, 2010 1 comentário 97 Visualizações
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Híbridos

Três

por Alexandra Deitos maio 25, 2010

Sabor agridoce
Sabor calmo
Sabor eufórico
Variados
Toques do telefone
Mudo
Rosto firme
Rosto delicado
Rosto etéreo
Variados
Toques dos sinos
Mudos

Das opções
projéteis
armas de destruição
Das escolhas
debates
pela paz e pela guerra
Das causas
vazios
pela responsabilidade vã

Amor quero
Quero amor
Amor quero amor
Compreendidos
Entediados
Fartos
Quero não machucar
Machucar não quero
Não quero machucar
Incertezas
Tentativas
Medos

Das letras
esfola
choros incertos
Da calmaria
cicatriza
risos incertos
Do fim
sangra
vidas incertas

Mesmos
Toques de sinos
Gritantes
Alma doce
Alma sufocante
Alma única
Mesmos
Toques de telefone
Gritantes

Coração errante

Coração cantante

Coração pedante

maio 25, 2010 0 comentários 79 Visualizações
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De açúcar e de álcool

AUSÊNCIA

por Alexandra Deitos maio 24, 2010
Eu quis me dividir em duas e viver em dois tempos, distintos, inerentes. Juro, foi tudo o que eu desejei naquele momento. Apogeus e quedas estão deixando a vida gasta, surrada como um sapato velho. É como se tudo fosse usado com a intenção de desfocar, uma maneira de esfregar na cara prepotente que não se sabe quem se é, nem o que se quer, por mais que se tente alucinadamente provar o contrário… eu estou ali, desmembrando a dor da existência nula. Somos todos iguais. Iguais tentando de forma insignificante se proteger das semelhanças. Aquele orgulho barato, aquela persona fajuta, aquela responsabilidade doentia, aquela solidão comum, aquele muro de Berlim. E aí quando você olha o abismo, não tem coragem. Quando você se vê no espelho, não tem coragem. Quando você vê o outro, não tem coragem. Quando você se decide, continua não tendo coragem. Vai então criando ideias infantis, pateticamente criando a loucura. Chega-se ao ponto do desejar o tempo paralelo, do caminhar em duas direções só pela imobilidade do medo. Prisioneiros de não se sabe o quê, seguimos esfolando as costas, curvados, encolhidos, rastejantes, sem conseguir alcançar um par de olhos, enquanto tudo que temos para oferecer de nós mesmos se perde na sujeira, sem jamais dali brotar flor alguma que seja nossa ou do nosso querer.
maio 24, 2010 0 comentários 91 Visualizações
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Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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