Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Crônicas-quase

O transbordamento do vazio

por Alexandra Deitos março 22, 2010
Todo mundo é moderno. Todo mundo é tudo, sabe tudo, é melhor que o outro. Sabe… como os automóveis, os telefones celulares, a televisão. Tudo é mais moderno a cada dia que passa, a cada hora, a cada minuto, mas no fundo não deixa de ser o que é. Um automóvel te transporta de um lugar para o outro, um telefone te comunica com as pessoas, uma televisão te traz som e imagem de outros lugares, assim por diante. 
Todo mundo é moderno e, no então, não deixa de ser o que é… E o que você é? O que somos? Alguém arrisca escolher uma denominação? Humanos? Seres? Seres Humanos? Tão primitivo…?! Parece-me difícil, embora possa ser bem fácil talvez. Como sempre, não faz sentido o que quer que eu esteja querendo provar, dizer ou encontrar nesse momento. As coisas perdem o sentido e é maior perca tentar encontrar o que se perde. São Longuinho que me perdoe, mas acho dispensável.
Há um imenso vazio e não faz sentido. E também não faz sentido o imenso vazio. Sentido! Sentido… Sentido? Qual o sentido de sentido? Se cada mínimo pedacinho de mim não sentisse, teria então algum sentido o não sentir?
Por que necessitamos?
É loucura… É longe demais do centro, ou próximo demais dele. Algum extremo com certeza é o que  sempre ocasiona alguma outra coisa. Se assim  for, resta realinhar a agulha da vitrola ou deixar ela quebrar. Como um corpo que caminha perto demais da beira do precipício… Ele pode de lá se jogar, se quebrar, ou pode voltar mansamente, ou de forma veloz, para outro pedaço de terra mais distante da beirada.
Comprar uma agulha nova, ou um disco novo, quem sabe trocar o aparelho por um mais moderno, ou uma musica mais moderna… Podemos chamar isso de solução? Mas… já não somos todos tão modernos? Ritmos alucinantes, imagens psicodélicas, tudo isso pode ser uma boa pauta. Mas pauta para o que mesmo? Sentido para o que mesmo?
março 22, 2010 1 comentário 89 Visualizações
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Inclassificavéis

Sobre uma admiração

por Alexandra Deitos março 19, 2010
Ok. Eu relutei muito tentando evitar escrever aqui sobre a noite que encontrei Humberto Gessinger.
Inútil, não vou conseguir. Cá estou para tal. Ao menos não vou expor os três textos que foram tomando vida própria, vômitos das catarses que fui sofrendo. E ainda haverá muitos mais, como uma digestão lenta e propulsora. O intrigante é que falando assim parece ter sido uma experiência no mínimo negativa enquanto que na real: de um modo estranho [boa sensação estranha] foi uma das melhores coisas que já me aconteceu.
Li o livro dele, coisa que eu não fazia nem muita questão. Nos últimos tempos eu estava bem distanciada daquele que tinha sido “o cara foda” dos vários devaneios da minha mente inquieta. Sabe aquele lance de você idealizar alguém e aí uma hora você raciocina e fala “Não deve ser tudo isso. Deixa eu parar enquanto ainda não me decepcionei.” E veja só, depois desse longo período de abandono eu reencontrei-o: exatamente como havia deixado.
Eu estou longe de ser uma fã. Ou talvez até seja. A questão é que minha admiração transcende a música, quesito que por sinal sou uma completa analfabeta e ainda por cima ignorante. Eu parto para o caráter idealizado, fico naquelas de divagações, idéias de espelhos e super-heróis, ou mesmo tomo tudo como poesia. Ele é o que é. Poderia ter qualquer profissão, músico, ator, engenheiro ou outra qualquer, continuaria sendo o que é. E eu gosto de brincar com essa simplicidade complexa.
Minha linha de raciocínio nunca é muito lógica por tanto tempo. Então: ponto. Termina aqui o que talvez fosse necessário falar.
Segue aí um trecho do livro, não o mais interessante, mas aquele que o acaso mandou:
“A pergunta que acho mais chata, nas entrevistas, sempre é feita com a melhor das boas intenções: “O que estás ouvindo?”. Que diabos isso que dizer? Querem saber de fato o que está tocando no meu aparelho? Querem saber quem eu acho legal? Querem saber quem é que eu quero que as pessoas pensem que eu acho legal? Querem saber o trabalho de quem eu gostaria de imitar descaradamente? Não é bem assim. Como o caráter autobiográfico, a influência não é linear. Ela é processada. A gente ouve um tango e escreve um rock pesado. A gente lê um poema e faz musica instrumental. Leonard Cohen te leva a um frevo, e um samba da Mangueira te traz um réquiem.”
março 19, 2010 1 comentário 94 Visualizações
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Inclassificavéis

É

por Alexandra Deitos março 18, 2010
Só agora que reparei: novamente eu era a mais nova do grupo. Nunca havia raciocinado que sempre é assim e tão logo visualizei, cansei também. Talvez isso explique a sempre sensação do “pouco saber”. Eu fico nessa busca dilacerante por um aprendizado, por um algo que está além do que me é propenso ter e saber. Condizer com a idade é fundamental para o equilíbrio de alguma coisa, com certeza deve ser, societária ou individualista, deve ter suas lógicas. Simples e puramente a questão é clara: você estar em um grupo onde sua idade diverge dos outros não é um problema, um problema é você querer estar no patamar das pessoas de idade diferente da sua. Cada macaco no seu galho diz uma dessas frases populares. De fato você até pode andar com os macacos mais velhos que você, mas nem eles nem você podem exigir atitudes, saberes, ou vivências suas como se você fosse um macaco velho.
março 18, 2010 0 comentários 86 Visualizações
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Inclassificavéis

DESCONETAR

por Alexandra Deitos março 17, 2010
Ultimamente muitas coisas tornaram-se tão repetitivas que eu tenho me perguntado o quanto de fato nossa imaginação é responsável por tudo que existe.
O vermelho e o verde, a mulher, algumas musicas, o sonho, aquele lance das estações do ano e também aquele outro dos elementos, entre tantas outras coisas que só lembro quando repetem pela enésima vez. No fim o que me apavora mesmo é a interligação das repetições, difíceis até de transcrever.
Para falar a bem verdade (caralho) tenho tido preguiça dos pensamentos. Uma irritação na pele começa e me questionar do quanto insignificante é tentar colocar esses maremotos em palavras, palavras ao léu. A irritação cutânea aumenta, me fazendo lembrar vagamente do Marat. Acabo agregando umas dores estranhas bem ao centro da testa e da coluna. Eventualmente talvez também possa ter algum sentido o habitual sono, mas por ser habitual melhor ignorá-lo. E a real é que vamos ignorar tudo aplicando uma injeção de qualquer coisa em qualquer lugar. A escolha é adquirir algum vício que seja bom o suficiente para uma punição sem sentido, e por mais que insistam em classificar como “vicio maligno” e “vicio benigno” acho bem deprimente as formas como buscamos essas punições.
Nada faz muito sentido. A irritação é agonizante. Eu poderia gritar, eu poderia profanar, eu poderia insistir e escrever (se já não estou fazendo isso), mas, sem jamais usar da coerência, eu me calo.
março 17, 2010 0 comentários 86 Visualizações
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Interferências

Trechos de textos dentro de textos, ou trechos do encontro de Eduardo Giannetti, Diderot e Nelson Rodrigues

por Alexandra Deitos março 16, 2010
É sobretudo quando tudo é falso que se ama o verdadeiro, é sobretudo quando tudo está corrompido que o espetáculo é mas depurado. O cidadão que se apresenta a entrada da Comédie deixa aí todos os seus vícios, a fim de retomá-los apenas à saída. Lá dentro ele é justo, imparcial, bom pai, bom amigo, amigo da virtude; vi muitas vezes a meu lado malvados profundamente indignados contra ações que não deixariam de cometer se se encontrassem nas mesmas circunstancias em que o poeta situava a personagem que abominavam.²³
(…)
Repare: se os espectadores ficam sinceramente indignados ao verem sua própria maldade representada no palco, então é porque eles não se vêem assim. O que ofende e agride nos outros, visto de fora, torna-se inodoro e razoável quando é visto e vivido de dentro. A fumaça do automóvel ou do ônibus em que estamos não nos irrita.
(23) Diderot, “Paradoxo do ator” (A filosofia de Diderot, p.200). É interessante comparar a observação de Diderot com a de Nelson Rodrigues: “A ficção, para ser purificadora, precisa ser atroz. O personagem é vil, para que não o sejamos. Ele realiza a miséria inconfessa de cada um de nós. A partir do momento em que Anna Karenina, ou Bovary, trai, muitas senhoras da vida real deixarão de fazê-lo. No Crime e castigo, Raskolnikov mata uma velha e, no mesmo instante, o ódio social que fermenta em nós estará diminuído, aplacado. Ele matou por todos. E, no teatro, que é mais plástico, direto, e de um impacto tão mais puro, esse fenômeno de transferência torna-se mais válido. Para salvar a platéia, é preciso encher o palco de assassinos, de adúlteros, de insanos e, em suma, de uma rajada de monstros. São os nossos monstros, dos quais eventualmente nos libertamos, para depois recriá-los” (citado em Ruy Castro, Anjo pornográfico, p. 273). Os dois dramaturgos claramente divergem sobre o que acontece da porta do teatro para fora: enquanto para o francês o espectador sai exatamente como tinha entrado, para o brasileiro ele sai purificado e, pelo menos temporariamente, um cidadão distinto do que era ao entrar. Mas o dois parecem estar perfeitamente de acordo quanto ao que se passa durante a representação teatral, ou seja, o mecanismo de transferência e transporte ficcional pelo qual o espectador sai de si e vive subjetivamente a personagem da trama. O papel purificador do teatro e da ficção narrativa em geral é discutido por Dodds ao analisar o apelo dos rituais dionisíacos no mundo grego (Greeks and tbe irrational, pp. 76-7) e na introdução a sua edição comentada das Bacantes de Eurípedes (p.xlv).

Extraído do livro Auto-engano, de Eduardo Giannetti

março 16, 2010 0 comentários 109 Visualizações
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Híbridos

Descompasso

por Alexandra Deitos março 15, 2010

A moça enquadrou-se na janela.
E chorou.
Ela sabia que o filme era apenas pretexto.
Mas a moça era crítica demais.
Até a janela ela tentava convencer,
Que não havia nada que doesse.
De fato era só o filme.
Só isso.
Nada mais.

E depois, horas depois, a moça sentou-se.
E sorriu.
Ela sabia que a alegria sempre parece mais distante.
Mesmo assim quase podia tocar.
E a moça, crítica demais,
Não pode aceitar que sorria de simples felicidade.
Só isso.
Nada mais.

Vivia assim, embora talvez nem se desse conta.
Oscilando entre extremos de sua vida transbordante.
Sofria com gosto o seu sorriso.
E alegrava-se com seu choro fino.
Só isso.
Nada mais.

março 15, 2010 0 comentários 83 Visualizações
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Interferências

rabiscos de um reencontro

por Alexandra Deitos março 11, 2010

… nada acontece verdadeiramente se não for descrito (…) algo interessante acontece todos os dias…
Mais ou menos assim terminava uma breve biografia de Virginia Wolf contida nos extras do filme As Horas. O impulso foi vasculhar a estante em busca de algum resquício de diário.
Um desgosto pelas pessoas que me secaram, recriminando (xeretando) as coisas que escrevia… eu… era minha vida, era eu. eu. eu. eu. na minha mais pura essência.
Escrever talvez seja como fumar um cigarro, como fazer sexo, como mascar chiclete, como ir para a guerra – só se quer uma coisa: respirar! expirar e inspirar alguma coisa palpável de si mesmo.

março 11, 2010 0 comentários 89 Visualizações
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Híbridos

OS ANOS

por Alexandra Deitos março 10, 2010

Ele me sorri todas as manhãs!
Nós temos um pacto:
um sorriso e um beijo de bom dia,
um sorriso e um beijo de boa noite.
Confesso que fujo do melodrama
e não cumpro.
Talvez dentro de 10 anos
teremos uma conversa sobre isso.
Ele compreenderá.
Como espelhar um super herói
construiremos nosso contato diário,
agora real.
Poderei ter desperdiçado uma infância,
e perdido um grande irmão.
Um grande amigo,
isso só dependerá da construção
no agora do futuro!

março 10, 2010 1 comentário 95 Visualizações
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Inclassificavéis

Percepções

por Alexandra Deitos março 8, 2010

Uma palma interrompida. O rapaz caminhava trocando causos com a pessoa que ia ao seu lado. Preparou o corpo para ilustrar a conversa com uma palma. Uma pessoa vinha no sentido contrário. O exato instante da palma coincidiria com o exato instante do cruzamento dos dois fluxos. E num reflexo, talvez, o rapaz conteve seu gesto em um possível segundo. Não houve a coincidência, evaporou no exato instante da percepção. Seria isso um fato racional?

Eu tenho perdido o melhor de mim. Em cada reflexo que a percepção gera, surge a dúvida do que se perde. Em cada estimulo de pensamento, tenho perdido mais de mim mesma. Embora a lógica afirme que eu esteja ganhando. Não tem sentido.

A Senhora Dona da Verdade tinge os cabelos, escondendo o rosto atrás deles. Ela é uma personagem, oposta a tudo que realmente é. Inteligente o suficiente para se dar conta do que é, do que pensa que é, e do que não é. Mas ela tem medo, ao que tudo indica, embora também tudo indique muitas outras coisas também. Eu conhecia a personagem dela muito bem. Eu era parte do coro dos contentes que cantavam honrarias em sua homenagem. Mas esse é o problema ao se assistir muitas vezes o mesmo filme, muitas vezes a mesma peça, muitas vezes a mesma canção. Partimos para extremos inevitavelmente.

Eu tenho perdido o melhor de mim. Em meio a 23* pessoas, eu consegui enxergar a existência de pessoa e personagem naquela que falava. A percepção não deu fim na coincidência. Em muitas pessoas ali eu senti que também elas têm perdido o melhor de si mesmas.

* usei esse número em específico por ter sido mencionado numa palestra dias antes, talvez faça algum sentido para mim.

março 8, 2010 0 comentários 88 Visualizações
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Contos-quase

ID

por Alexandra Deitos março 5, 2010
Ela caminhava com um sorriso diferente no rosto. Sua vida não era mais a mesma, mas ainda era a sua vida. Como uma ventania que varre todas as coisas leves das ruas, ela passava levantando o leviano e deixando intacto apenas o conciso. Era meados de outono, mas poderia ser qualquer outra época. Os passos não possuíam ritmo. O trajeto era experimental. Levava uma bolsa de retalhos coloridos, não é possível afirmar se grande ou pequena. Quem conseguia a ver passar afirmava que o sorriso esparramava-se por ela toda. Alguns possuíam a certeza que ela chorava com as costas, quando deitava ou encostava-se em alguma parede. Agora a pouco falaram que a viram passar, parecia a mesma de todos os relatos. Alguém comentou de um corte de cabelo e uns óculos, mas ao que tudo indica a vida ainda era a sua.
março 5, 2010 1 comentário 97 Visualizações
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