


Pseudodirphia agis, uma mariposa cabeluda
Floresta amazônica, 2023
Pseudodirphia pertence a família Saturniidae, mas encontrei poucas coisas sobre a espécie aqui registrada.
Achei ela bonita que só, e com a cabeleira em dia! Vou me inspirar!
Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.



Pseudodirphia agis, uma mariposa cabeluda
Floresta amazônica, 2023
Pseudodirphia pertence a família Saturniidae, mas encontrei poucas coisas sobre a espécie aqui registrada.
Achei ela bonita que só, e com a cabeleira em dia! Vou me inspirar!


Eulepidotis rectimargo, uma mini mariposa
Floresta amazônica, 2023
Eulepidotis pertence a família Erebidae, uma família numerosa e que tem desde espécies minúsculas até as maiores do mundo.
A Eulepidotis rectimargo, registrada aqui, já passou por aqui antes em bando. Desta vez estava sola e posando para a foto!


Epimecis, uma mariposa mede palmos
Floresta amazônica, 2023
Geometridae é uma família de insetos que já passou por aqui, quem lembra?
Suas lagartas caracterizam-se por serem geomensoras, isto é, por se locomoverem de um modo que alude à forma como se mede alguma coisa aos palmos, primeiro com a palma da mão aberta, para logo de seguida juntar o mindinho ao polegar.
A espécie fotografada aqui estava um pouco abatida já, com partes das asas faltando, mas ainda assim esbanjando beleza.



Esperança, um inseto de bom agouro
Floresta amazônica, 2023
Tettigoniidae é uma família de insetos altamente diversificada, popularmente conhecidos como “esperanças” – símbolo de boa sorte. São insetos grandes e o primeiro par de asas assemelham-se à folhas verdes de árvores, ou à folhas secas necrosadas, e até mesmo à líquens, em algumas espécies.
O nome da família e de algumas espécies está relacionada aos sons percebidos pelos ouvintes e produzidos pelos insetos em questão. Os machos produzem som a partir do mecanismo de estridulação, ou seja, pelo atrito do par de asas anterior. Diferentemente dos grilos, as fêmeas de muitas espécies de tetigonídeos são capazes de produzir sons, que são ouvidos como uma série de “cliques” fracos após o som de chamado do macho.


Erinnyis ello, uma mariposa de grande aerodinâmica.
Floresta amazônica, 2023
Erinnyis ello, também conhecida como Mandarová da Mandioca, é uma mariposa da família Sphingidae, reconhecidas por sua grande aerodinâmica corporal, que lhe faculta percorrer longas distâncias.
As lagartas possuem cores bem variáveis e são polifágicas, se alimentando de mais de vinte e cinco espécies de vegetais (a maioria deles produtores de látex). Sendo assim, é tida por muito (devido a terrível moda da monocultura) como uma praga.


Carollia, morcegos cohabitantes de minha casa
Floresta amazônica, 2023
Carollia é um gênero de morcegos da família Phyllostomidae. São morcegos de pequeno porte que se alimentam principalmente de frutos, mas que também podem consumir outros alimentos como néctar, pólen e insetos.
Costumam se reproduzir duas vezes ao ano e em geral têm apenas um filhote por gestação. Esse na foto vivem aqui por casa, na nossa sala, e tivemos o prazer de ver um deles com um filhotes debaixo da asa dia desses.



Meliponini, uma abelha sem ferrão
Floresta amazônica, 2023
A tribo Meliponini é constituída por abelhas que são incapazes de ferroar, mas muitas delas defendem as colmeias agressivamente através de mordidas com suas mandíbulas, tentando penetrar no nariz e nos ouvidos, emaranhando-se nos cabelos ou depositando própolis sobre seus agressores.
A colônia de abelhas sem ferrão é composta por diversas castas, que incluem uma rainha (ou mais de uma em algumas espécies), abelhas operárias, zangões e princesas, que são as rainhas ainda não fecundadas. Ao contrário das abelhas com ferrão, as operárias aqui também podem colocar ovos férteis, dos quais em geral nascem apenas zangões.
No registro acima, diversas abelhas sem ferrão trabalhando na casca de um mamão que lhes demos para aproveitarem.
