Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

AndançasEstrangeiras

Paris, França

por Alexandra Deitos janeiro 15, 2026

Entre a vontade de espalhar no feed do Instagram algumas fotos da viagem pela França e o cansaço de reduzir a experiência há algumas imagens bonitas que não contemplam o todo, resolvi fazer uma coletânea caótica, meio perdida no personagem, para regressar a este blog esquecido.

Black Pidè | Primeiro jantar
Montmatre | Acolhida
Joyeuses Fêtes | Boas Festas

Há tanto que acontece fora dos stories ou do feed das redes sociais. Tanto que, quanto mais ativa me coloco nelas, mais o mundo cresce lá fora, silencioso e fértil, além da moldura. Sinto isso como uma clareza ofuscante enquanto procuro um novo-velho enquadramento. Há sempre algo que cresce em segredo, como um iceberg que se alonga sob a superfície do visível. E, pelo gosto do exercício de ampliar a respiração ante o sufocamento, tento divagar sobre aquilo que não se vê tão facilmente.

Mãe com criança aproveita praça pública no inverno
Eu aproveito as paisagens parisienses no inverno

A experiência de uma viagem é sempre empolgante para mim. Me emociona positivamente em qualquer condição. Até hoje, pois nunca se sabe quando isso pode deixar de ser verdade, é claro.

A França, mais especificamente Paris, não era meu desejo primeiro, nem segundo, terceiro ou quarto, no que diz respeito aos lugares que tenho vontade de conhecer neste vasto mundo. Arrisco dizer, inclusive, que nunca havia cogitado essa viagem até então.

Em princípio, quando meu amigo comentou que gostaria de passar o final de ano em Paris, me empolguei, pois a proposta era fazermos a viagem de carro: saindo de Portugal, passando pelo interior da Espanha até chegar à França, num roteiro inspirador que logo comecei a imaginar e organizar.

Alguma das muitas igrejas e praças de Paris
Recortes da arquitetura
Recortes dos passeios públicos

Por motivos não muito claros nem lógicos, acabamos comprando as passagens de avião sem muito debate sobre essa mudança, de forma que tive minha primeira grande frustração. Em pouco tempo, a viagem que, no meu imaginário, seria uma road trip tornou-se uma viagem focada em pontos turísticos.

Torre Eiffel vista a partir do Sena
Torre Eiffel ao anoitecer vista do seu pátio
Vista a partir da Torre Eiffel

Aproveitei como possível, sem perder o espírito de viajante, e fui presenteada em muitos momentos pelas belezas da França, em especial pela neve que caiu como há tempos não caía em Paris.

Andando pelas ruas enquanto neva
A voltar a pé porque o ônibus parou de rodar

Mas muitos percalços marcaram também essa viagem, questões mais subjetivas e que talvez eu ainda não saiba formular completamente. Foram vinte dias num período muito estimado pela reflexão e introspecção da passagem de ano, intercalada às comemorações e festividades do mesmo. Essa ambiguidade esteve presente o tempo todo: o estar no mundo e isolar-se dele.

Catedrais que não guardei nomes
Catedrais que não guardei nomes
Catedrais que não guardei nomes
Detalhes na Catedral de Notre-Dame
Detalhes na Catedral de Notre-Dame

A Europa está sempre em grande estima no mundo. A arte em museus também. Muito difícil é estar na contramão dessas opiniões e, ainda assim, transitar por esses espaços bela e feliz. Contradições difíceis de formular. Detalhes me chamam a atenção em intervalos entre o monumental e o trivial. Quando possível, busco o silêncio por trás do frenesi.

Fundação Cartier de Arte Contemporânea
Palácio Ópera Garnier
Detalhe no Palácio de Versalhes

Paris me ofereceu brechas na minha busca para dentro de mim. Fendas sutis no tempo, no olhar, na rotina. Pequenas aberturas por onde pude me esgueirar para dentro de mim mesma, longe da pressão de ser turista, de ter que admirar o que todos admiram, de sorrir diante do que se espera que encante. Brechas estas que talvez tenham salvo a viagem do turismo puro e me devolvido um pouco à condição de viajante.

Espécies companheiras sendo retratadas
Nick esquentando as patinhas
Fim de tarde em Versalhes

Coisas que só encontram forma depois, em silêncio, com tempo, com palavras lentas. Como estas. Assim, é importante agradecer aos detalhes que fazem esse caminho de abertura e, principalmente, às francesas (naturalizadas, sim, e justamente por isso mais importante para mim) que me permitiram adentrar um pouco mais no cotidiano de Paris.

Ponte Alexandre III
Metropolitan

Quanto a Europa, até agora ela me deu dois espetáculos inesperados e fantásticos: a neve e o terremoto. Um branco, outro bruto. Ambos me lembram que o chão e o céu nunca estão tão firmes quanto imaginamos. E talvez seja justamente nessa instabilidade que reside a possibilidade de nos deslocarmos. Não apenas no espaço, mas dentro de nós mesmos.

janeiro 15, 2026 0 comentários 6 Visualizações
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Insetos

EUMORPHA LABRUSCAE | MARIPOSA

por Alexandra Deitos fevereiro 1, 2024

Eumorpha labruscae, uma esfinge berrante

Floresta amazônica, 2024

Eumorpha labruscae é uma mariposa da família Sphingidae.

Já tivemos muitas dessa família por aqui, mas nenhuma tão grande e de cor tão chamativa.

Foi fotografada por Miguel Deitos na Bolívia.

fevereiro 1, 2024 0 comentários 99 Visualizações
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Insetos

CAELIFERA | GAFANHOTO

por Alexandra Deitos janeiro 20, 2024

Gafanhoto, um inseto de grandes coxas

Floresta amazônica, 2024

Os gafanhotos são os insetos pertencentes à subordem Caelifera da ordem Orthoptera, caracterizados por terem o fémur das pernas posteriores muito grandes e fortes o que lhes permite deslocarem-se aos saltos.

janeiro 20, 2024 0 comentários 79 Visualizações
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Insetos

PHILAETHRIA | BORBOLETAS

por Alexandra Deitos janeiro 19, 2024

Philaethria, uma borboleta no pé de maracujá

Floresta amazônica, 2024

Philaethria é uma borboleta neotropical da família Nymphalidae. A borda inferior de suas asas posteriores é uniformemente dentada, ao contrário de seu mímico, Siproeta stelenes, com quem a confundi num primeiro momento. Mas o fato dela estar no pé de maracujá entregou sua identidade, ela é a terrível lagarta que destrói plantações de maracujá.

janeiro 19, 2024 0 comentários 73 Visualizações
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Insetos

BRUXA | não identificada

por Alexandra Deitos janeiro 17, 2024

Bruxa, uma mariposa não identificada

Floresta amazônica, 2024

Embora o google fotos tenha insistido em dizer que essa era a espécie Ascalapha odorata, conhecida popularmente como bruxa pelas cores e desenhos, não tenho como concordar pois em muito difere no desenho das asas. Porém não consegui identificar ela de outra forma, então segue sem identificação.

janeiro 17, 2024 0 comentários 79 Visualizações
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Insetos

POLYBIA | VESPA

por Alexandra Deitos janeiro 16, 2024

Polybia, uma vespa de picada doida

Floresta amazônica, 2024

Vespidae é uma grande e diversificada família de vespas, com cerca de 5000 espécies, que inclui quase todas as vespas eussociais e muitas das vespas com hábitos solitários. No Brasil, são também chamados de marimbondos, maribondos ou cabas.

Acredito que as registradas aqui sejam alguma espécie de Polybia, por seu tamanho, estilo de casa e desenho peculiar do corpinho.

janeiro 16, 2024 0 comentários 79 Visualizações
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Insetos

PHILAETHRIA | LAGARTA

por Alexandra Deitos janeiro 8, 2024

Philaethria, as lagartas do maracujá

Floresta amazônica, 2024

Philaethria é uma borboleta neotropical da família Nymphalidae. Sua lagarta se alimenta muito comumente de folhas do pé de maracujá. Aqui em casa, retiramos elas diariamente e levamos para longe do pé, mas receio que não adianta muito.

janeiro 8, 2024 0 comentários 87 Visualizações
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Insetos

IPHICLUS | BESOURO DOS FUNGOS

por Alexandra Deitos janeiro 6, 2024

Iphiclus, um besouro dos fungos

Floresta amazônica, 2024

Iphiclus é um gênero de coleópteros.

São bichinhos bem pouco palatáveis devido a suas cores.

janeiro 6, 2024 0 comentários 82 Visualizações
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Insetos

POLYDESMIDA | PIOLHO DE COBRA

por Alexandra Deitos janeiro 6, 2024

Polydesmida, um possível piolho de cobra

Floresta amazônica, 2024

Polydesmida são também conhecidos como “diplópodes de costas chatas”.

janeiro 6, 2024 0 comentários 75 Visualizações
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Insetos

CENTRIDINI | ABELHA

por Alexandra Deitos janeiro 6, 2024

Centridini, uma abelha coletora de óleo

Floresta amazônica, 2024

Centridini é uma tribo de abelhas solitárias que tem a característica marcante de coletarem óleos ao invés de néctar.

Essa bonita da foto me fez companhia um bom tempo enquanto eu esperava um resgate pois o pneu da minha bicicleta havia furado. Acredito que havia mesmo muito óleo pela superfície da bolsa.

janeiro 6, 2024 0 comentários 76 Visualizações
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Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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