Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Inclassificavéis

Dizem lá que…

por Alexandra Deitos abril 27, 2009

Há dias onde a necessidade de se auto-bajular supera os limites de todos os limites.
Portanto este é um post que não necessita ser lido, nada mais é que um egocentrismo sem fundamentos.

Dizem lá que…

Meu modo principal de viver é focado internamente, absorvendo fatos através da minha intuição. Sou uma pessoa gentil, carinhosa, complexa e altamente intuitiva. Artística e criativa. Apenas 1% da população mundial tem características de personalidade como as minhas, fazendo de mim o tipo mais raro de todos.
(bela forma patética de inflar a auto-estima a qualquer muque, kkk)

Dizem lá que…

Eu tenho uma compreensão intuitiva afiadíssima sobre pessoas e situações. Assim, eu tenho aquele feeling sobre as pessoas, entendendo-as intuitivamente. Eu posso até relatar eventos de ordem sobrenatural e esse é o tipo de coisa que as outras pessoas podem vir a tirar sarro, mas nem você realmente compreende sua intuição num nível que possa ser transformado em palavras, para que você possa explicar isso aos outros. Portanto acabo escondendo meu “eu interior”, dividindo meus sentimentos apenas com aqueles que escolho dividir.
(qualquer um escolhe com quem dividir seus sentimentos, lógica! ai ai ai)

Dizem lá que…

Sou complexa e profunda, sou bastante reservada, e tipicamente difícil de compreender. Mas sou uma pessoa tão genuinamente calorosa quanto sou complexa. Me importo com os sentimentos das outras pessoas e magôo-me para não magoá-los. Sou muito sensível a conflitos, e não os tolero com facilidade. Sob conflito eu internalizo os conflitos no meu corpo, desenvolvendo problemas de saúde.
(e não é do humano tudo isso?? embora o humano ande pelo mundo de canto… )

Dizem lá que….

Sou uma perfeccionista que sempre se pergunta se está utilizando todo seu potencial. Raramente estou em paz completa comigo mesma, pois sempre há algo que eu posso fazer para evoluir ou para melhorar o mundo à minha volta. Eu acredito em crescimento constante e esqueço as conquistas já realizadas. Eu tenho um forte sistema de valores, e preciso viver minha vida de acordo com o que sinto ser o correto.
(todos vivem segundo o que acham correto. e há variações imensas de certo e errado)

Dizem lá que…

Tenho uma afinidade natural para a arte, e posso me dar bem em profissões orientadas à prestação de serviços. E que não sou boa em lidar com coisas muito detalhadas ou com tarefas muito delicadas.
(é, realmente não sou nem um pouco delicada mesmo!kkk)

Dizem também, por aí na vida, que tudo é relativo.
E se tudo é relativo, digo eu aqui que, tudo ser relativo também é relativo!

abril 27, 2009 1 comentário 96 Visualizações
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Interferências

Crítica

por Alexandra Deitos abril 24, 2009

em quem surgir o interesse de conferir…
abordagem a uma crítica muito bem elaborada:
http://leiturasdogiba.blogspot.com/2009/04/medeia-um-arquetipo-da-condicao-humana.html

abril 24, 2009 0 comentários 91 Visualizações
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Interferências

e Sade diz:

por Alexandra Deitos abril 22, 2009


É assim Marat
a Revolução é isto para eles
têm dor de dentes
deveriam mandar extraí-los
A sopa queimou
irritados pedem melhor sopa
Uma acha que seu marido é pequeno
quer um marido maior
Para um os sapatos estão apertados
e ele vê outros mais confortáveis no vizinho
A um poeta falta inspiração de versos
desesperado procura novos pensamentos
Um pescador mergulha o anzol na água há horas
por que o peixe não morde
É assim que chegam à Revolução
e acham que a Revolução vai dar-lhes tudo
o peixe
os sapatos
a inspiração
um homem novo
uma mulher nova
e eles tomam todas as bastilhas
e ei-los de novo como joões-ninguém
diante da sopa queimada
os versos frustrados
no leito do mesmo parceiro
com o mesmo cheiro
e todo o nosso heroísmo
que nos levou até a lama
podemos então pendurá-lo em nós mesmos
se nos sobrar um prego

Peter Weiss

abril 22, 2009 1 comentário 89 Visualizações
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Rítmicos desenhos

a busca

por Alexandra Deitos abril 14, 2009
… e choveu uma garoa fina
que me eriçou os cabelos
e me molhou os pés…

então o/um lampejo

a busca:
ela é o foco!

(todo o resto não passa de paisagem)

…uma sensação tão leve
ah, Humberto, belos pensamentos!

o que me corrói
me reconstrói
ao mesmo tempo!

esse ciclo
essa jornada
essa estrada

cada um no seu tempo
único!
ninguém está correto
todos quebram a cara

somente o humano libertando a sua alma

abril 14, 2009 0 comentários 90 Visualizações
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Interferências

Novos Horizontes

por Alexandra Deitos abril 6, 2009

Composição: Humberto Gessinger

Corpos em movimento
Universo em expansão
O apartamento que era tão pequeno
Não acaba mais
Vamos dar um tempo
Não sei quem deu a sugestão
Aquele sentimento que era passageiro
Não acaba mais
Quero explodir as grades
E voar
Não tenho pra onde ir
Mas não quero ficar

Novos horizontes
Se não for isso, o que será?
Quem constrói a ponte
Não conhece o lado de lá
Quero explodir as grades
E voar
Não tenho pra onde ir
Mas não quero ficar
Suspender a queda livre
Libertar
O que não tem fim sempre acaba assim!!

abril 6, 2009 3 comentários 117 Visualizações
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Interferências

Retalhos

por Alexandra Deitos abril 1, 2009

Se esse abismo, se abismo fosse meu
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de cristais eternos
Só pro nosso, só pro nosso amor viver

Mas eu já lhe dei meu corpo, minha alegria
Toda dedicação imaginável
Então, por favor, agora
Deixe em paz meu coração

Tudo ficou muito claro
como um intervalo na escuridão
O que era raro ficou comum
Como um dia, um dia comum!

“Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem”

abril 1, 2009 1 comentário 90 Visualizações
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Interferências

Mosaico

por Alexandra Deitos março 25, 2009

Dos engenheiros wiccanos, minhas palavras:

Apenas mantém-se puro aquele que não prostitui os sentimentos, a realidade e a ilusão.

Saber ¹, ousar ², querer ³ e calar !

¹ o caminho da libertação da ignorância, a busca eternamente constante.
² o vencimento das marés da inércia e da paralisia mental.
³ a autodisciplina do poder consciente, dirigido e controlado.
 a pura percepção no controle de si mesmo.

“Para conhecer alguém, dê-lhe poder”
Realmente esse tipo de coisa mexe com o ego das pessoas, e todos temos um a ser massageado… Por isso, policiar-se sempre no equilíbrio dos desejos.

Da engenheira Natalia Viotti, minhas palavras:

Não guardar nada neste corpo terreno.
Inflar-se sozinha, assim como viver é morrer – e tudo é solitário.
Esquecer o que se conhece, o que se passa, e o que será.
Lá em outro momento e outro círculo sobra um espírito e suas pendências.
“ Que orgulho tenho de mim. Não me importo se ninguém se orgulha”

Do engenheiro Caio Fernando de Abreu, sem minhas palavras:

“Tanta tesão mental espiritual moral existencial… e eu não queria aceitar que fosse isso: éramos diferentes, ai como éramos diferentes, éramos melhores, éramos mais, éramos superiores, éramos vagamente sagrados, mas no final das contas cultura demais mata. Amor de menos, amor demais, você acreditava em quê?”

Do engenheiro Nando Reis, sem minhas palavras:

“Amor eu sinto a sua falta
E a falta é morte da esperança


A vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem da irrelevância”

Somente das minhas palavras:

O cansaço, ele faz a gente conseguir esquecer o que se chora. E o amor desanda, e vai cambaleando até pousar sobre o chão sem estragos maiores.
Mas a coisa é ralentada na maior parte do tempo, e por horas corrida. Nunca se sabe qual será… Mas sabe-se que será assim!

São engenhocas de tantos outros engenheiros que trazem-me sensações e eu as mantenho em algumas palavras e modifico-as em outras… Ou seja: são meus engenhos!

Hoje são divagações, divagações de uma mente com zilhões de pensamentos atormentados, mas todos com um claro caminho…

março 25, 2009 1 comentário 90 Visualizações
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De açúcar e de álcool

junto do ti

por Alexandra Deitos março 20, 2009

eu necessito de um abraço
bem apertado
desses de colar coração com coração
eu necessito de um afago
bem melado
desses de colar alma com vísceras

março 20, 2009 2 comentários 106 Visualizações
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Poemas-quase

ainda que

por Alexandra Deitos março 17, 2009

Eu gostaria de conseguir
Arrancar do peito um sentimento
Com a mesma facilidade
Que se quebra um elo de uma jóia
Eu gostaria de ter destreza
Em escolher o que sentir
Com a mesma habilidade
Que se traça uma conversa

Eu gostaria de ser a única dona de mim
Eu gostaria de amar somente a mim
Eu gostaria de machucar apenas a mim
Eu gostaria de ser machucada apenas por mim
Eu gostaria de tudo que me salvasse da dor
Me livrasse do escuro
Me preenchesse o vazio
Me causasse sorrisos

Mas lá fundo de tudo isso
O que eu gostaria é que me fosse dado
O direito de continuar a amar
O direito de preservar aquela utópica pureza
O direito de manter o elo da jóia
O direito de não traçar a conversa
O direito de você
Me amar

março 17, 2009 1 comentário 91 Visualizações
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Anomalias

e se

por Alexandra Deitos março 17, 2009

… e se …
… e se …
… e se …

ando questionando:
será que vale a pena
honestidade
integridade
caráter
e toda uma leva de boa conduta, boa moral
diante de tantas e tantas coisas opostas
coisas que me fazem rir de mim mesma e da minha filosofia de vida
da minha ingenuidade no melhor

… e seu eu esquecesse tudo …
… e se eu mudasse da noite para o dia …
… e se eu fosse todo mundo …

será que perderia alguma coisa?
será que ganharia alguma coisa?
será que alguma coisa mudaria?

março 17, 2009 0 comentários 83 Visualizações
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Oi, sou Alexandra!

Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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