Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Interferências

NÃO SE SABE

por Alexandra Deitos janeiro 30, 2009

“de tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto.”

Rui Barbosa – engenhando

até onde chegamos? até onde chegaremos?
(andaram me fazendo voltar em antigos pensamentos…)
ainda no meu engenho sobre “liberdade” e “escravidão” isso estava bem claro…
agora ficou um pouco nebuloso!
onde está a culpa? onde estará a culpa?
(bateu um sentimento de carregá-la…)

e abrangendo esse e outros assuntos fica uma idéia que andei caramingolando:
recaídas balançam muito mais do que tombos certeiros!
(e também é bem mais difícil de levantarmos, sempre fica a sensação do que está por vir…)


Alexandra Deitos – engenhando.

janeiro 30, 2009 1 comentário 85 Visualizações
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Proseios

Conversas de banheiro

por Alexandra Deitos janeiro 26, 2009

Ao término de “Navalha na carne”

– Por que mesmo não fomos ao shopping?

Ao término de “Doce deleite”

– Aquilo não era uma bala! Era um canhão!

Não sei o que é mais deprimente….
A 1º, uma afronta descarada ao esforço de uma peça tão bem trabalhada.
Ou a 2º, de que nem adiantaria ser boa a peça, o que valeria mesmo era o insignificante.
(dá até desânimo)


Alexandra Deitos – engenhando

janeiro 26, 2009 5 comentários 150 Visualizações
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Crônicas-quase

DESVELO

por Alexandra Deitos janeiro 19, 2009

Em um outro dia, certo tempo atrás, comprei em uma loja de coisinhas um enfeite… Lindo!
Um rosto trabalhado em algum material tipo o gesso, talvez até mais delicado. De sorriso leve, coloridos fascinantes e uma bela fita vermelha servindo para fixá-lo em lugares. Para mim tornou-se de um valor imenso!
Então… neste final de semana, ele foi-se ao chão. Sem muita explicação, sem muito sentido. (o talvez eterno inevitável) A máscara caída, quebrada, partida em vários pedacinhos.
Sem explicação?! O sentimento de uma certa decepção, de uma certa dor! Um rosto paralisado diante do choque, sem reação diante da queda ao chão do objeto portador de tão sublime afeição e estima.
A cola super bonder entrou em ação (mas antigamente ela secava com maior rapidez) e remendou. Colei os pedaços com o máximo de cuidado, uma tentativa de ficar tão belo quanto antes era, mas a super bonder interveio-se na pureza das formas e agora já não era mais o mesmo rosto intacto, perfeito para mim…
Diante de tal fato (a impossibilidade de voltar-se no tempo) só restava-me duas saídas de destino: Aceitá-lo com seus remendos latejantes ou jogá-lo no lixo. Então a decisão… coloquei o enfeite de volta ao canto do espelho, como sempre estivera, junto da afeição que mesmo estremecida não arredou pé por um só segundo.
O quanto às ranhuras do enfeite ficaram evidenciadas? Eu não sei! Quantos farelos eu não consegui colar? Eu, também, não sei. O quanto isso me afetou? O suficiente para várias indagações, desde a incerteza se voltará a cair até a explicação pela queda.
E o enfeite permanece lá, tal qual era… é só não me ater em analisá-lo.
janeiro 19, 2009 1 comentário 95 Visualizações
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Anomalias

FINGIR & ATUAR

por Alexandra Deitos janeiro 13, 2009

“Há uma grande diferença entre fingir e atuar…”

Em um dia, certo tempo atrás, li essa frase num mural de recados – lá no Teatro Municipal de Porto Alegre. Os acontecimentos deste mesmo dia eram, com certeza, mais marcantes que tal fato… de qualquer forma a frase ressoou… E permaneceu ressoando no ritmo de uma frase incompleta, que lhe bate a porta da mente em momentos estranhos. Em alguns eu pensava ter a completa ciência da lógica simples do trocadilho. Em outros eu pensava que havia de existir algo mais profundo que o visível.
E ontem ela bateu, como um sino (mais estridente que o de sempre), trazendo consigo uma avalanche de conclusões.
Atua quem vive um de seus “eu’s” com a intensidade de uma vida própria, sendo em todos os momentos seu eu mesmo adaptado. Tendo dentro de si multidões, cada qual um pedaço de personalidade de si mesmo.
Finge quem força a própria natureza num contrário, sem conseguir se achar, sem ter êxito na busca do “eu” em integração com o personagem. Tendo dentro de si multidões vazias, sem nenhuma personalidade de si mesmo.
Então, talvez, o trocadilho tenha feito seu efeito em mim. E esse pensamento aquiete-se, ficando a sensação de satisfação. Ou continue ressoando…
(gerando mais divagações

janeiro 13, 2009 4 comentários 140 Visualizações
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Anomalias

MUITAS COISAS

por Alexandra Deitos janeiro 12, 2009

Pode-se transformar muitas coisas…

(sem críticas ao vago)

janeiro 12, 2009 2 comentários 111 Visualizações
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Inclassificavéis

NATAL

por Alexandra Deitos dezembro 23, 2008
rotineiramente e inusitadamente: É NATAL!

além do

real e imaginário…
familiar e solitário…
banal e importante…
social comercial e intimista…
não há nada para se dizer…
apenas é natal… é natal de uma forma diferente para cada um!

FELIZ NATAL!

e que perdure o mais importante – AMOR!

dezembro 23, 2008 4 comentários 141 Visualizações
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Poemas-quase

SÓ

por Alexandra Deitos dezembro 18, 2008

ai ai…
um suspiro bem profundo!

força no pé…
manter na horizontal!

insana…
a mente já vagueia longe!

dezembro 18, 2008 0 comentários 78 Visualizações
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Anomalias

INFÂNCIA

por Alexandra Deitos dezembro 15, 2008

um dia
vi uma criança
dormindo na calçada

um dia
vi seis crianças
dormindo na calçada

dezembro 15, 2008 2 comentários 115 Visualizações
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Interferências

EUGENIO BARBA

por Alexandra Deitos dezembro 11, 2008

“Quem é o espectador que me acompanha? Com quem eu diálogo, com quem eu posso me medir, que possa me dar retorno se um pequeno detalhe que meu ator trabalhou durante horas e horas será ou não eficaz?
(…) Atualmente, existem ao menos quatro.
Existe uma criança. As crianças, quando ainda pequenas, não têm a capacidade de abstração. É muito importante fazer um espetáculo que uma criança de três anos possa compreender. Então, eu trabalho de maneira a realizar um esqueleto dramatúrgico essencial e simples.Existe também um espectador surdo. Através do visual, eu devo lhe contar aquilo que as palavras não lhe contam.
O terceiro espectador é cego. Tudo repousa então sobre a maneira com que eu crio o silêncio, com que eu crio o espaço através da voz. A voz lhe dá a sensação de que ele pode relaxar ou prestar atenção porque alguma coisa está lá. Tudo isto em relação ao texto, o que quer dizer uma montagem que, por um lado, utiliza as possibilidades sonoras da língua, e, por outro, todas as associações semânticas que ele pode nos fornecer.
O quarto espectador é Jorge Luis Borges, o homem que leu todos os livros. Então, o espetáculo vai estar repleto de detalhes, associações, citações que somente Borges vai compreender. ”

Eugenio Barba – Engenhando
dezembro 11, 2008 1 comentário 98 Visualizações
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Interferências

JOSÉ

por Alexandra Deitos dezembro 3, 2008

JOSÉ
Carlos Drummond de Andrade

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?

E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora ?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?

Drummond – Engenhando

dezembro 3, 2008 1 comentário 93 Visualizações
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Oi, sou Alexandra!

Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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