Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

De açúcar e de álcool

???

por Alexandra Deitos outubro 25, 2011
Novamente o amargor.  O vazio dentro, o frio fora. Fraqueza demais ou a vida que exagera? Todo mundo tem nós indesatáveis? Todo mundo?
Será tudo que fazemos uma grande desculpa?  Trabalho, lazer, buscas… tudo no fundo distração para não pensar, uma fuga para afastar a vontade de simplesmente não estar? Até aqueles que dizem pensar, em suma, apenas distração…
Assim, sábio seria aquele que melhor sabe se distrair? Ou aquele que sabe dar fim a vida o mais breve possível?
outubro 25, 2011 2 comentários 140 Visualizações
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Lirismos

o que não é?

por Alexandra Deitos setembro 22, 2011
acordar com os olhos ardidos do choro que não se teve

aguentar a dor de cabeça da noite em claro que não se passou

sofrer a terrível queda do chão até o chão
setembro 22, 2011 0 comentários 93 Visualizações
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Anomalias

Sorriso torto

por Alexandra Deitos setembro 13, 2011
Como é possível dormirmos na insignificância? E se adormecermos, como será possível o descanso em um sono tranqüilizante?
A insignificância me dói, causa ânsia… eu durmo sambando na cama e acordando ainda mais dolorida, mas sempre quando eu saio na rua o sol ainda nasce nos sonhos vizinhos e aquela solidão não se desfaz jamais, jamais – o meu descontentamento é a loucura que me isola, um animal acuado por olhares que não olham.
A insignificância não existe lá fora… só eu a carrego comigo, só eu a observo em itálico – e se eu resolvesse abandoná-la no porão de casa então eu não sentiria e não seria nada disso, eu teria o sorriso e o paraíso que todos compartilham… lá fora… o sorriso e o paraíso que só a insignificância pode proporcionar.
setembro 13, 2011 0 comentários 92 Visualizações
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Inclassificavéis

Água mole em pedra dura… tanto bate até que fura!

por Alexandra Deitos agosto 25, 2011
Era quase previsível demais que minha rabugice não se amenizaria com a beleza plástica, leve e virtuosa de Donka… pelos previsíveis motivos de não alçarem meu coração junto do lustre que derretia sem fogo, de não sapatearem sobre meus sonhos, de não contorcerem minha alma até ela caber dentro de um balde acrílico e transparente. Era tudo grandioso demais, espetacular, lindo, mas apenas me causava vontades e mais vontades de aprender como fazer… a luz, a melodia, o canto, o sapateado, o giro no arco, o equilíbrio  da esfera, aprender tudo para então recriar tudo, uma forma além da forma, um toque além da beleza, um espetáculo além da técnica (além do dinheiro e do público garantido).
Era quase previsível demais também que minha rabugice cairia de quatro naquele palco circular, transparente, despido, com seu único homem (baixo e de pouca beleza aparente) bailando compassos de cores para uma platéia desfalcada e não tão entusiasta, arremessando cuspes embrionários, perfurando almas com quinas de molduras, preenchendo o vazio do espaço deformado de dores. Era solitário, precário e não tão espetacular, mas lindo, lindo, muito lindo… a beleza de formr entendimentos, questionamentos, sensações, vidas.
E se todo esse cenário de minha opinião previsível for considerado ruim por ser previsível, não há problema: O livre é desmedido de tudo isso! Essa é a arte e a vida que eu acredito… aquilo que pode usufruir do previsível em seu favor. Porque às vezes os ditados são batidos, são clichês, são previsíveis, mas são os que mais acertam em cheio a ferida.

P.S¹ Dentro do previsível, Donka também acerta em cheio a ferida, que fique claro!
P.S² O outro espetáculo é A Casa Amarela

agosto 25, 2011 2 comentários 119 Visualizações
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Poemas-quase

TREMOR – AMOR

por Alexandra Deitos agosto 21, 2011
EU TEIMO PORQUE
TEMO
EU  TEMO PORQUE 
TEIMO
EU TE AMO PORQUE
TREMO
EU TREMO PORQUE
TE AMO
agosto 21, 2011 2 comentários 117 Visualizações
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Híbridos

Meio termo nunca será digno

por Alexandra Deitos agosto 8, 2011

Por vezes a solidão é sombra, assustadora e perversa;
Outras é luz, doce e calma;
Agora terrível mesmo é quando a solidão vem sem avisar, quase invisível e desfigurada.
Assim também é o medo que por vezes chega frio, rápido e dilacerante;
Em outras surge alegre, brincalhão e distraído;
Agora maldade mesmo é quando ele chega oscilante, quase invisível e sedativo.
agosto 8, 2011 1 comentário 108 Visualizações
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Poemas-quase

Dó Ré Mi

por Alexandra Deitos julho 27, 2011

Hoje é dia de festa

Mas a festa é todo dia

Lá na curva tem uma reta

Lá na reta tem uma curva

Sob asas

Sobre pés

Sob céus

Sobre rodas

Lá na Lua tem um Sol

Lá no Sol tem uma Lua

Amanhã é dia de festa

Mas ontem também era

julho 27, 2011 0 comentários 90 Visualizações
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Poemas-quase

Fim

por Alexandra Deitos julho 14, 2011
Parada.
Mais morta que uma barata morta.
Mais problemática que adolescente com espinha no nariz.
Doente.
Sentada há tanto tempo que perdeu a bunda, ficou reta e gorda dos lados.
Doente.
Cortando a cara bonita com folha de papel em branco documentado.
Cuspindo impropérios, rabugices.
Doente
Saem pelo nariz pedaços de um coração verde ranhoso.
Doentiamente parada.
Parada feito estaca de madeira apodrecendo e deixando o gado passar.
Doente.
Parada.
A mente parada ficando doente.
julho 14, 2011 1 comentário 111 Visualizações
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Crônicas-quase

Detalhes

por Alexandra Deitos julho 12, 2011

Eu acredito na grandiosidade dos detalhes e na pequenez do bajulado como principal, nas belezas onde há fragilidades que movem montanhas com piscar de olhos… muito embora já não existam muitos bons observadores para isto, nem por dentro e nem por fora.
Às sobras de um banquete requentado as moscas ficam voando baixo, os vermes se arrastando um atrás dos outros e as belezas enlouquecendo distantes de si. Isso sim é que se tem em demasia, por dentro e por fora.
E se eu deixar de acreditar será mais um detalhe que explodirá e se tornará principal, mais uma fraqueza sem beleza e algum fim sem fim – vazio. Uma morte dentro da gente é muito mais que milhões de mortes do lado de fora.
julho 12, 2011 0 comentários 92 Visualizações
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InclassificavéisProseios

∞

por Alexandra Deitos julho 7, 2011
A mornidão da cafeína no sangue fica latejando na cabeça. Café, cigarros, chocolate, um chazinho e algumas pílulas.
– Me vê uma Coca!
– Só tem Guaraná.
– Pode ser.
Está escuro, mas ainda vejo. Queria fechar os olhos, não fecho porque lateja. Uma luz na neblina não significa muito e um sorriso nem sempre é um sorriso.
– Nossa, quanto tempo!
– É.
– É.
Cada vez mais acordados de embriaguês todos dentro do sonho do outro, sempre outro. Consciente de sintomas de doenças que nem foram descobertas.
– Quantas folhas em branco!
– Não, estão todas rasuradas no verso.
– Ah, por isso…
Andando, correndo ou parado sobre o ∞, fazendo, comprando ou vendendo casas pré-fabricadas, tendo, abortando ou abandonando filhos preconcebidos.
– Ele é…
– É o quê?
– Ué…
Pra não ser dono da vida até roubar-se a si mesmo está valendo. E pra ser dono da vida do outro, também.
– Me vê mais uma Coca!
– Já disse que só temos Guaraná.
– Pode ser.

∞
julho 7, 2011 2 comentários 143 Visualizações
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Oi, sou Alexandra!

Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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