Alexandra Deitos
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Autor

Alexandra Deitos

Alexandra Deitos

Nasci numa cidade interiorana do Rio Grande do Sul, onde vivi os primeiros anos da minha vida até terminar o ensino médio. Então, ainda menor de idade, saí de casa e vim parar na cidade de São Paulo, onde estou até hoje. Na área das Artes e Design me formei Bacharel em Têxtil e Moda pela Universidade de São Paulo | USP e Atriz pelo Teatro Escola Macunaíma, entre outras pequenas formações aqui e ali. Atuei na cena cultural através de projetos de light design e traje de cena por mais de uma década, quando inesperadamente me encontrei no caminho com o mundo canino. Estudei Comportamento Animal e o uso de metodologias educativas com enfoque Positivo e de Bem-estar Interespécies com Dante Camacho, Tudo de Cão, Universidade de Edimburgo, entre outros. Fundei a Pompom's House. Um espaço de hospedagem, convivência e socialização canina, onde, no momento, exploro minha experiência em Educação e Comunicação Canina, Manejo de Grupo e Diretrizes para Sociabilização. Você pode me conhecer de um desses períodos da minha vida. Ou, ter acabado de saber da minha existência nesse mundão. Não importa. Fico feliz que estejas aqui, e espero que algo do que eu compartilho seja troca e partilha contigo.

Híbridos

A GOTA

por Alexandra Deitos novembro 24, 2009
 

Tantas fugas e negações, tanto achei que não era… E eis que bate a porta com as palavras soltas em “ O cão vê o ovo? Só as máquinas veem o ovo!” Então em perturbação fantástica a tão temida crise reinou. Não há como negar o deliciamento e a certeza de que não há regras. É sentar e sentir. É pensar e sentir. E qualquer coisa e sentir. Sentir acima de tudo, não existe caminho, não existe escolha, não existe liberdade propriamente.
Essa incapacidade, essa incerteza, essa viagem alucinada, essa sensação da completude de sentir… que seja chamado de várias coisas, mas não passa do que realmente é: apenas uma procura humilde.
Tomar um banho de mar, andar descalço na terra, tomar um banho de chuva e sorrir com a água que te encharca. Deixar um inseto te picar, um cachorro te lamber, duas bocas se encontrarem no escuro de uma imagem.
E vida, é alucinação, é felicidade, é clandestino como a droga, como o amor!

as imagens presentes em ENSAIO AO ENGENHO, entre 2007 e 2014, são em partes de minha autoria e outras retiradas do google imagens durante o período citado. portanto, pode ocorrer que alguma imagem não esteja devidamente creditada. Assim, se você viu alguma imagem de sua autoria, ou sabe de quem seja, por favor, deixe um comentário ou entre em contato para que eu possa dar os devidos créditos ou então substituir a imagem, se assim for necessário.
novembro 24, 2009 2 comentários 105 Visualizações
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Lirismos

Saudosismo

por Alexandra Deitos novembro 18, 2009

Estranhamente não me consumo em saudades.
Lembranças são imagens rápidas em momentos apropriados.
E a maquina do tempo nunca foi meu desejo.
Mas tem dias que todos somos saudosistas por instantes.
Aquela vontade absurda de ser criança.
Aquelas nostalgias de coisas que talvez nem sejam reais.
Consumindo sorrisos e euforias sem juízo qualquer.

Alexandra Deitos

novembro 18, 2009 1 comentário 112 Visualizações
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Rítmicos desenhos

(êxtase)(sonhos)

por Alexandra Deitos novembro 9, 2009
~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~
como um sonho bom
num fim de tarde de verão
frescores de aromas utópicos
~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~
com a doce cor do mel
nas nuvens quentes do sol
no arco íris de uma miragem
~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~
assim leve e graciosa
a brisa com palavras soltas
sugando todo o meu foco
~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~
não há mais nada a fazer
não há mais como esconder
que é primavera e não verão
~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~

Alexandra Deitos
E como disse Guilherme Arantes, eu nem sonhava…
novembro 9, 2009 1 comentário 101 Visualizações
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Híbridos

Indefinível

por Alexandra Deitos novembro 5, 2009

Podemos crer no que se pressente
crer no que se pressente
que se pressente
se pressente
pressente!

Aquele sorriso
me faz pensamentos!

Tudo depende de tudo,
tudo não passa de sensações
do que se pressente
se pressente
pressente!

Aquela luz
me faz pensamentos!

Gostaria de mais que incertezas,
de mais que confusões
da estranheza do que se sente
do que se pressente
se pressente, sente!

Aquela lua
(anda bonita demais
toda noite a me confidenciar
segredos do que se pressente!)
que me faz pensamentos!

Alexandra Deitos, começos de novembros!!

novembro 5, 2009 3 comentários 141 Visualizações
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Rítmicos desenhos

sem rima e sem poética

por Alexandra Deitos outubro 30, 2009
coisas desconexas
sem prepostos
inanimadas ações
assim às pressas
                                                                                                                             caminhando pela calçada
ou da janela do ônibus
todas as pessoas vistas
tornam-se ponto de analise
e agora tudo é interrogação
se de um lado tem-se o fixo
de outro tem a possibilidade
e o que vale realmente
ninguém pode sequer opinar
estranho bem estar
preenchimento agudo
recente estado velho
de cores específicas

Alexandra Deitos
outubro 30, 2009 3 comentários 138 Visualizações
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Rítmicos desenhos

A CHUVA

por Alexandra Deitos outubro 27, 2009
a chuva molhou
o pé
a calça
a blusa
o cabelo
só não molhou
o sorriso
que permaneceu ali
mais vivo
mais bobo
na chuva
ao vento
sob a lua
outubro 27, 2009 0 comentários 93 Visualizações
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Crônicas-quase

Facetar

por Alexandra Deitos outubro 23, 2009
Nomear-se como uma pessoa sem preconceitos seria um escape diante da dificuldade que é assumir-se preconceituoso?
Assim como em tantas outras coisas, a gente se nomeia, a gente se pinta, a gente se cria um vislumbre bonito, tudo pela dificuldade que temos em assumirmos o cru, o defeituoso, o sincero, o simples, o que realmente somos. (dificuldade de se mostrar para os outros e principalmente para si mesmo)
Manias essas de nomear as coisas.
Se eu tenho um sentimento, um sentimento pulsante, contagiante, impactante… caloroso, por que a necessidade de nomeá-lo como carinho, amizade, paixão ou amor…? Não podemos apenas vivê-lo? Aceitar que pode não ser nada disso, que é apenas simples, cru, você na circunstância?
Reprimir ou libertar. Acreditar ou distorcer. Esconder-se de si mesmo é a pior tortura.
Alexandra Deitos
outubro 23, 2009 0 comentários 80 Visualizações
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Lirismos

VERMELHAR

por Alexandra Deitos outubro 22, 2009

Ela comprou uma blusa vermelha
Para usar com um batom vermelho
Desejou as cores mais quentes
E imaginou paixões mais ardentes
Não ambicionou nenhuma perfeição
Não listou padrão ou fez distinção
A única exigência: conquistá-la

outubro 22, 2009 0 comentários 85 Visualizações
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De açúcar e de álcool

Melodias indefinidas

por Alexandra Deitos outubro 15, 2009

Lágrimas secas, endurecidas pelo bater das asas que não sentimos.
Silêncios barulhentos, emoldurados pelas magoas que não digerimos.
O vento bate no rosto em sinfonia, em melodia de primavera.
A gente só deseja coisas simples, mas quem disse que o simples não é o mais difícil?
Numa noite bonita, embora sem estrelas, eu senti calor, calor humano de mundos de papel colorido com giz de cera e lápis aquarelado, mas amassados por monstros guardados.
Ficar oca, vazia em todos os sentidos e dimensões… eu quero!
Suplico que confisquem meus pensamentos, minha razão, meus sentimentos.
Magnitude oca, preenchida pela brisa suave de uma manhã sem data.
Transpor as flores e se isolar na caverna antes do final da estação ou sair da caverna e pintar paisagem no ritmo da musica preferida?
Confuso? Pois é, complicar o fácil é sempre a rua sem saída. A redundância, a rotina!

Alexandra Deitos

outubro 15, 2009 1 comentário 100 Visualizações
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Poemas-quase

VAGO AFAGO QUALQUER

por Alexandra Deitos outubro 14, 2009
vago
afago
qualquer
sombras aparentes
luzes disformes
cometer o erro sabendo
convicto do fracasso
abraçando a sarjeta
a vela a rima o choro
a canção a lua o amor
a chuva a rua o lodo
a pela a unha o sangue
sabemos sempre antes
insistimos contrariar
o silencio de um grito
melodias simples
palavras travadas
qualquer
afago
vago
outubro 14, 2009 0 comentários 74 Visualizações
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Oi, sou Alexandra!

Você pode me conhecer como Xanda ou Alê. Dizem que somos a mesma pessoa, mas claramente somos duas, ou muitas mais. E aqui estou, ou estamos, e pretendo estar, cada vez mais inteira.

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