

Passiflora nigradenia, um maracujazinho
Floresta amazônica, 2024
Passiflora nigradenia é uma espécie de maracujá com fruto bem pequeno e adocicado.


Annona muricata, um fruto espinho e muito suculento
Floresta amazônica, 2024
Fruto da gravioleira, que é uma árvore adaptada a áreas de alta umidade e invernos relativamente quentes como aqui no Acre.
Dizem que tem aroma semelhante ao abacaxi, e o sabor como uma combinação de morango e maçã, com sensações azedas, contrastando com uma textura cremosa espessa subjacente que lembra a banana.
Não sei dizer se isso confere, mas sei que é muito gostosa de comer.


Jatropha gossypiifolia um pinhão roxo
Floresta amazônica, 2024
É conhecida popularmente como pinhão-roxo, por causa de sua coloração roxa nas folhas.
A espécie faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), por suas propriedade medicinais.


Annona muricata e sua flor exótica
Floresta amazônica, 2024
Annona muricata é uma árvore adaptada a áreas de alta umidade e invernos relativamente quentes, também chamada de gravioleira.
Na foto dois exemplares de suas flores, a menor ainda em botão e a maior já levemente aberta.



Dormideira, uma planta mimosa e pudica
Floresta amazônica, 2023
Mimosa pudica, conhecida popularmente por dormideira, sensitiva, dorme-dorme, maria-fecha-a-porta ou não-me-toques, é um pequeno arbusto perene, pertencente à família das ervilhas.
Este nome é devido à forma como os folíolos das folhas se juntam quando ela é tocada ou exposta ao calor. Essa sensibilidade e movimento das folhas da planta também ocorrem em outras espécies dentro da família das ervilhas, tal como a Neptunia, ou em outras famílias, como o gênero Biophytum na família Oxalidaceae.
Minha avó que me apresentou uma a primeira vez, que trouxe de presente para mim em formato de mudinha, e qual foi minha surpresa quando agora passei a encontrar arbustos grandes dela.



Uru’ku, arvoreta de cápsulas armadas de corantes
Floresta amazônica, 2023
Urucum é o fruto do urucueiro, uma planta rústica de origem pré-colombiana. Seus frutos, registrados aqui, são cápsulas globosas reunidas em panículas ao final dos galhos, revestidos por pequenos espinhos flexíveis e suas cores podem variar entre diferentes tonalidades de vermelho.
Dentro do fruto encontra-se numerosas sementes pequenas, revestidas por uma película de corante utilizada por diversos povos indígenas em praticas de conexão de corpos.
